Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Durante cinco dias, a pequena cidade britânica de Ascot voltou a receber a maior concentração de chapéus extravagantes do mundo. As históricas corridas de cavalos serviram, mais uma vez, de pretexto para os habituais looks femininos — coloridos, quase sempre cortados pelo joelho e invariavelmente coroados por chapéus aparatosos, alguns deles autênticas obras escultóricas.

As máscaras faciais fizeram parte da paisagem mas ainda assim não ofuscaram aquele que é o acessório rei. Decorados com plumas, flores, folhos, laços, letras, borboletas e folhas, existem dois tipos de chapéus — os de diâmetro generoso, capazes de competir com um toldo na hora de fazer sombra, e as construções em altura, que desafiam as leis da gravidade. Houve de tudo um pouco em Ascot, sinal de que as damas britânicas estão desejosas de retomar a vida social, sobretudo se a ocasião exigir um modelito a rigor e umas quantas objetivas para captar o momento.

2021 Royal Ascot - Day Five

© Chris Jackson/Getty Images

Por ocupar ficou o lugar de Isabel II, que só deu um ar da sua graça no último dia, sábado. Aficionada destas corridas, nos dias anteriores fez-se representar pelo príncipe Carlos, acompanhado por Camilla, e ainda pela filha, a princesa Ana. Também os condes de Wessex passaram por Ascot durante os últimos dias. Zara Tindall foi outro dos elementos da família que não perderam a oportunidade de desfilar, ainda que de forma bastante contida, algumas obras de arte — das que se usam elegantemente sobre a cabeça, entenda-se.

Na fotogaleria, os visuais mais marcantes de mais uma edição das corridas de Ascot, no Reino Unido.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR

Artigo atualizado no dia 20 de junho, às 20h, com nota da presença de Isabel II no último dia das corridas de Ascot.