A infame marquise do apartamento de luxo de Cristiano Ronaldo já não existe — o craque optou pela sua demolição, que aconteceu esta terça-feira, segundo avançou a TVI. O agora jogador do Manchester United optou pela destruição da obra, em vez de entregar um processo de legalização do dito acrescento ao prédio daquele que é o apartamento mais caro de sempre a ser comprado no país.

A demolição aconteceu esta terça e já não é possível ver a estrutura construída  pelo jogador posteriormente à compra do apartamento, não tendo sido autorizada nem pelos condóminos, nem pela autarquia. A marquise foi feita no topo do edifício — onde Ronaldo comprou uma penthouse em 2019 por 7,2 milhões de euros — e estava acima da quota máxima permitida na zona.

O problema começou a 1 de julho, dia em que foi feita uma vistoria ao prédio do número 203 da Rua Castilho onde esteve presente o arquiteto que o projetou, José Mateus, e foi nesse dia que se verificou “a existência de um acrescento na cobertura em desconformidade com as telas finais do projeto aprovado pela Câmara Municipal de Lisboa (CML)”, disse uma fonte da autarquia. No dia 21 de julho, Cristiano Ronaldo foi notificado pela CML sobre o assunto e teria de tomar uma decisão sobre o que fazer à marquise: ou a estrutura era retirada no prazo de duas semanas, ou teria de legalizar a construção.

Acabou o prazo, acabou a marquise. Cristiano Ronaldo vai mesmo demolir a polémica construção

Acabado o prazo para decidir, o capitão da seleção nacional optou mesmo por demolir a divisão, para “repor o imóvel de acordo com o projeto aprovado”, tendo inclusivamente pedido “prorrogação” do prazo para fazê-lo — demolição essa que só teve lugar quase um mês depois da decisão de Ronaldo em avançar com esta solução.

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No final de maio, a Câmara Municipal de Lisboa dizia já que a construção da marquise no apartamento de Ronaldo era ilegal, tendo até Fernando Medina dito na altura que a CML iria “averiguar a situação e agir em função dela”.