O cabeça-de-lista do PS às eleições legislativas na Madeira, Sérgio Gonçalves, afirmou nesta segunda-feira que o partido “está mobilizado” e pretende obter um “excelente resultado”, vincando ser o único capaz de “concretizar a mudança” no arquipélago.

“O voto no PS é o único voto que permite, efetivamente, concretizar essa mudança e os madeirenses terão de fazer uma escolha entre aqueles que querem reduzir impostos ou os que querem manter o atual estado de coisas”, disse o candidato.

Sérgio Gonçalves, que é também líder da estrutura regional do PS e deputado na Assembleia Legislativa, falava aos jornalistas à porta do Tribunal do Funchal, após a entrega da lista candidata às eleições legislativas regionais de 24 de setembro.

“É uma lista composta por pessoas competentes e capazes de concretizar a mudança que a Madeira tanto deseja“, declarou, sublinhando que “o partido está mobilizado, com o objetivo de ter um excelente resultado”.

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Sancha Campanella, candidata independente, surge em segundo lugar na lista do PS, que é o maior partido da oposição madeirense, seguida de Rui Caetano, atual líder do grupo parlamentar na Assembleia Legislativa.

Dos 47 nomes que compõem o rol de candidatos efetivos, mais de metade (27) são novidades face à lista apresentada às últimas eleições regionais, em 2019, sendo que no total de 94 candidatos (efetivos e suplentes) 50% são homens e 50% mulheres.

“É uma lista que permite aos madeirenses olharem com confiança para o futuro, com esperança num futuro melhor”, disse Sérgio Gonçalves, vincando que o objetivo é “construirmos uma Madeira de oportunidades, que não veja os seus jovens emigrarem por falta de emprego ou por baixos salários“.

O cabeça-de-lista socialista sublinhou que em 24 de setembro a opção dos madeirenses será entre o PS, que “quer valorizar o trabalho, os salários e aumentar os rendimentos”, e o PSD, com a política de “despesa pública e de obras inventadas”.

Nas eleições regionais de 22 de setembro de 2019, o PSD perdeu a maioria absoluta na Assembleia Legislativa Regional da Madeira, que detinha desde 1976, e formou um Governo de coligação com o CDS-PP (três deputados). Nesse ato eleitoral, o PS elegeu 19 deputados, o JPP três e o PCP um.