O então Presidente Aníbal Cavaco Silva ficou retido em Praga, na República Checa, não tendo tido alternativa senão percorrer os 1.738 quilómetros de asfalto até Barcelona de autocarro. Já a então chanceler da Alemanha, Angela Merkel, sofreu um ligeiro desvio no regresso dos Estados Unidos da América (EUA), tendo acabado por aterrar em Lisboa e sido recebida por José Sócrates, na altura primeiro-ministro. A erupção do vulcão Eyjafjallajokull, em 2010, causou um verdadeiro pesadelo no espaço aéreo europeu, provocando o maior cancelamento de voos desde a Segunda Guerra Mundial, com cerca de 900 mil suspensos. Poderá o cenário repetir-se se acontecer o mesmo com o Fagradalsfjall, situado na península de Reykjanes?

É essa a questão que paira na cabeça de muitos especialistas, no seguimento da atividade vulcânica dos últimos dias entre Sundhnúkur e Grindavík, no sudoeste da Islândia, a continuar perto da capital, Reiquiavique, que obrigou a acionar o estado de emergência na sexta-feira e a prever o pior.

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