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Trump alega destruição de centrais nucleares e critica jornalistas: "Tentam menosprezar o máximo possível o que aconteceu"

Este artigo tem mais de 1 ano

Trump considera que órgãos de comunicação norte-americanos como CNN, ABC News e NBC News não informaram com rigor o impacto dos bombardeamentos às centrais nucleares de Natanz, Isfahan e Fordo.

epa12180142 US President Donald Trump participates in a family photo during the Group of Seven (G7) Summit at the Kananaskis Country Golf Course in Kananaskis, Alberta, Canada, 16 June 2025. World leaders are gathered from 15 to 17 June 2025 for the annual G7 Summit.  EPA/LUDOVIC MARIN / POOL
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▲No domingo, sete bombardeiros furtivos B-2 lançaram 12 bombas na instalação subterrânea de enriquecimento de urânio em Fordo

LUDOVIC MARIN / POOL/EPA

▲No domingo, sete bombardeiros furtivos B-2 lançaram 12 bombas na instalação subterrânea de enriquecimento de urânio em Fordo

LUDOVIC MARIN / POOL/EPA

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O Presidente dos Estados Unidos (EUA) afirmou esta segunda-feira que as três instalações nucleares iranianas atacadas no domingo “foram totalmente destruídas” e acusou alguns jornalistas e órgãos de comunicação norte-americanos de mentirem sobre a extensão dos danos.

“As instalações que atacámos no Irão foram totalmente destruídas, e todos sabem disso. Apenas [os veículos de] fake news diriam algo diferente para tentar menosprezar o máximo possível o que aconteceu”, escreveu Donald Trump, através da rede social de que é detentor, a Truth Social.

Trump considera que os órgãos de comunicação norte-americanos CNN, ABC News e NBC News não informaram com rigor o impacto dos bombardeamentos às centrais nucleares de Natanz, Isfahan e Fordo e afirmou que têm “credibilidade zero”. O Presidente norte-americano mencionou especificamente o pivô da CNN, Anderson Cooper, a quem se referiu como “Allison Cooper”, chamou “idiota” a Brian L. Roberts, presidente da Comcast Corporation, grupo empresarial que engloba a NBC News, e acusou o correspondente da ABC News em Washington, Jonathan Karl, de representar uma rede de “notícias falsas”.

No domingo, sete bombardeiros furtivos B-2 lançaram 12 bombas destruidoras de bunkers de alta capacidade na instalação subterrânea de enriquecimento de urânio em Fordo e mais duas na usina nuclear de Natanz. A central de Fordo, que tem capacidade de enriquecimento de urânio a 60%, segundo os especialistas, fica localizada a cerca 100 quilómetros a sul de Teerão, cuja área metropolitana tem uma população de 14 milhões de pessoas. Quase em simultâneo, os EUA lançaram, a partir de um submarino, mais de duas dezenas de mísseis Tomahawk na central de Isfahan.

Os bombardeamentos norte-americanos deram-se na sequência da guerra entre Israel e o Irão, desencadeada em meados de junho, por bombardeamentos israelitas contra território iraniano, o que levou à retaliação de Teerão. O Irão retaliou esta segunda-feira o ataque norte-americano atacando a base de Al-Udeid, no Qatar, uma das principais instalações militares norte-americanas no Médio Oriente.

[A polícia é chamada a uma casa após uma queixa por ruído. Quando chegam, os agentes encontram uma festa de aniversário de arromba. Mas o aniversariante, José Valbom, desapareceu. “O Zé faz 25” é o primeiro podcast de ficção do Observador, co-produzido pela Coyote Vadio e com as vozes de Tiago Teotónio Pereira, Sara Matos, Madalena Almeida, Cristovão Campos, Vicente Wallenstein, Beatriz Godinho, José Raposo e Carla Maciel. Pode ouvir o 6.º episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E o primeiro episódio aqui, o segundo aqui, o terceiro aqui, o quarto aqui e o quinto aqui]

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