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Sou um felizardo. Foi a primeira vez que me convidaram a ouvir um disco antes deste ser oficialmente lançado. Certo, já todos o fizemos antes, mas sem autorização do músico. Desta vez alguém que não um pirata dos torrents decidiu que eu era merecedor do privilégio. Portanto, não sendo crítico musical de profissão, permitam-me que comece por agradecer ao Observador. É que calhou-me em sorte ouvir um trabalho merecedor de hipérboles como “disco do ano”, “cum caraças, quem é este tipo?”, ou, fazendo minhas as palavras do Valete, “das coisas mais bonitas que o hip-hop português produziu”.

A capa de “The Art of Slowing Down”, de Slow J

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