Super Bock Super Rock. Três dias de muita música e dança em imagens /premium

21 Julho 2019132

O festival regressou à Herdade do Cabeço da Flauta, no Meco, para a sua 25.ª edição. Houve pó, sim, mas pouco em comparação com a música e dança que encheram o espaço. Isto foi o que por lá se passou.

Marlon Williams

Houve quem dissesse “isto é quase fado” quando o neozelandês levou as entranhas à garganta. Tem drama na voz, consegue sustê-la até às palmas, mas abre o coração derretendo o dos outros com sussurros

ANDRÉ DIAS NOBRE / OBSERVADOR

Público em Marlon Williams

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Dino D’Santiago

Dino D’Santiago apresentou-se: “Olá família, sejam bem vindos. Quero que desfrutem deste momento como se fossem duas da manhã”

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Público em Dino D’Santiago

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O pôr do sol no SBSR

Os festivaleiros aproveitam o final do dia para descansar e comer alguma coisa antes dos concertos, que se aproximam com o cair da noite

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Jungle

Londrinos, formados pelo duo Tom McFarland e Josh Lloyd-Watson mas com alguns elementos extra que levam para os concertos, os Jungle tiveram logo um início estrelado ao som de “Heavy, California”

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Público

A festa fez-se logo na ponta inicial do concerto, com gente às cavalitas de amigos e amigas, braços no ar festivaleiros e purpurinas por cima de dentes brancos exibidos em sorrisos rasgados

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Conan Osíris

Não tocou no palco principal ou no secundário, não foi uma das estrelas da noite nem o artista que reuniu mais público, mas nada disso impediu Conan Osíris de dar um espetáculo digno da fama que entretanto arrecadou

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Público em The 1975

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The 1975

Os The 1975 aqueceram o palco principal do Super Bock Super Rock para a cabeça de cartaz do primeiro dia, Lana Del Rey

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The 1975

São de Manchester, Inglaterra, e anunciam-no com muito orgulho. Os The 1975 não deram um concerto particularmente interessante, mas arrancaram muitos gritos ao público feminino

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Metronomy

Embora muito diferentes dos The 1975, com uma música com maior apelo indie, os Metronomy até podem ser colocados no mesmo campeonato: a pop que fazem é relativamente ligeira, saltitante, cantarolável, não aleija ninguém e até põe multidões a dançar

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Arranque do segundo dia

O arranque do segundo dia foi bastante mais fraco que no primeiro, antes de Calexico e Iron & Wine no palco EDP, era ainda bastante fraca a afluência que se fazia sentir

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Calexico and Iron & Wine

O concerto no Super Bock Super Rock, no Meco, contou naturalmente com temas do disco saído em junho. “Father Mountain” encaixou na perfeição numa atuação que tinha as poucas árvores da Herdade do Cabeço da Flauta como pano de fundo

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Público

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Shame

São cinco bons diabos do rock inglês, furiosos e mal comportados o suficiente para fazerem de cada concerto um vendaval. No Super Bock Super Rock, para quase ninguém, garantiram bilhete de regresso

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Público no concerto de Shame

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Capitão Fausto

Os Capitão Fausto apresentaram-se descontraídos, estendendo canções com longos momentos instrumentais de quem não tinha a pressão de estádio em cima

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Público durante Capitão Fausto

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O sol põe-se no segundo dia de SBSR

O pôr do sol era um dos momentos mais bonitos do dia na Herdade do Cabeço da Flauta, onde este ano decorreu o festival de música

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Christine and the Queens

Percorreu e vai percorrer os grandes festivais da Europa mas no SBSR Christine and the Queens caiu em saco roto. Foi um dos grandes espetáculos do festival mas poucos lhe prestaram verdadeira atenção

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Público durante Christine and the Queens

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Charlotte Gainsbourg

Charlotte tem pinta de menina com dote para a música, voz frágil e fininha (talvez demais) apoiada por um outra vocalista e pose discreta, tanto que só se levantou do teclado passando a cantar de pé (aqui e ali tocando guitarra) quando os fotógrafos estavam já de saída

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Phoenix

No concerto desta sexta-feira não faltou energia, tão grande que contagiou com facilidade a multidão que parece ter aparecido só para os ver. “Obrigada por serem tantos”, agradeceu Mars

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Público em Phoenix

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FKJ

FKJ é um fenómeno enorme na Internet e teve à sua frente uma boa fatia do público que se deslocou esta sexta-feira à Herdade do Cabeço da Flauta

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Público em FKJ

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Kaytranada

Nascido no Haiti, foi no Canadá que Kaytranada se fez homem e artista. Esta sexta-feira, deu-se a sua estreia em Portugal, pedida há muitos anos pelos fãs

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Rubel

Com a guitarra acústica, para ele violão, nos braços, foi guiando a banda naquela canção muito sua, nem samba-jazz descendente da bossa-nova nem MPB na senda de Caetano Veloso e companhia, mas súmula das duas com um acrescento de composição de digital

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Público em ProfJam

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ProfJam

Goste-se ou não, ProfJam é a grande afirmação do hip hop português. No Super Bock Super Rock, promovido do palco secundário ao principal, teve uma enchente à hora de jantar como pouco se viu

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Público em Masego

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Masego

Masego sugiu ao palco com o por do sol e as árvores da Herdade do Cabeço da Flauta como pano de fundo e o seu “TrapHouSeJazz” — o nome que dá à música, única, que cria misturando diferente géneros — como banda sonora. Fez a festa

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O Sol põe-se no ultimo dia de SBSR

O festival começou na quinta-feira e terminou este sábado, na Herdade do Cabeço da Flauta, em Sesimbra

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Janelle Monáe

Janelle Monáe, “uma mulher negra queer do Kansas”, lembrou Prince e atirou farpas a Donald Trump e aos políticos corruptos. “Não podemos deixar que aqueles que apelam ao ódio governem o país”, disse, antes de começar a cantar os primeiros versos de “Tightrope”

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O palco principal do Super Bock Super Rock

Foi aqui que atuaram nomes como Lana Del Rey, Phoenix, Janelle Monáe e Migos, entre quinta-feira e sábado. As datas do próximo ano já foram divulgadas

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Público em Migos

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Migos

Os Migos foram um tornado que deixou o Meco, cheio como nunca se viu nos três dias do festival, a suar e a ferver. Não convenceram quem lhes torce o nariz, mas deram molas nos pés a quem encheu o recinto

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