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Enquanto dormia… |
… os efeitos da greve geral já se faziam sentir. Aqui no Observador e na Rádio Observador vamos estar a acompanhar, durante todo o dia, os impactos que a paralisação convocada pela CGTP vai tendo nos vários serviços, da Saúde à Educação, Justiça e, claro, transportes. Neste setor, já explicámos como o dia de hoje pode até ser mais complicado que a greve de dezembro. É que, desta vez, não só o Metropolitano de Lisboa mas também a Transtejo estarão sem serviços mínimos. Se ainda não saiu de casa, e se vai precisar de usar os transportes, este guia que a Ana Suspiro preparou pode ajudar a chegar ao destino. O tema está também em análise no Contra-Corrente desta manhã. Entretanto, o primeiro-ministro já pediu “respeito” por quem quer trabalhar. |
E na sequência de um violentíssimo ataque em território ucraniano, a Cátia Bruno olha para os últimos desenvolvimentos na guerra e explica o que os mortíferos bombardeamentos sobre Kiev significam sobre o conflito, sobre a estabilidade política na Rússia e até sobre os receios de Vladimir Putin no que diz respeito à própria segurança. Na capital ucraniana, teme-se que a vaga de terça-feira seja apenas a mais recente de um novo conjunto de fortes ataques de Moscovo. |
Ainda a polémica que promete agitar as praias este verão. Depois de perceber que o tema gerava mais dúvidas que certezas, a Agência Portuguesa do Ambiente divulgou esta terça-feira uma norma dirigida aos municípios, concessionários e restantes entidades com responsabilidades na gestão das praias. O Manuel Nobre Monteiro explica que o princípio sobre a ocupação dos areais é este: “As áreas não abrangidas por licença ou concessão mantêm-se disponíveis para uso público, podendo ser livremente utilizadas pelos utentes, nomeadamente para a colocação de chapéus de praia, para-ventos ou outros equipamentos balneares particulares.” Se preferir, temos até uma parte do programa Justiça Cega só para esclarecer as dúvidas. |
À porta do Mundial de 2026, regressamos a 1986 e à passagem da Seleção Nacional pelo Campeonato do Mundo que se disputou nesse ano no México. O Observador tem estado a recordar esta história maldita num novo podcast — O Escândalo que Destruiu a Seleção — e já está disponível o terceiro episódio: “Malditos mercenários“. |
Nesta newsletter encontra as notícias mais importantes deste início de dia. Vamos continuar a atualizar a informação no jornal, na rádio e nos nossos canais no WhatsApp, no Instagram e no Facebook. Se precisar de uma pausa, há desafios novos no Sudoku e no AbraPalavra. |
Boa quarta-feira! |
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NOTÍCIAS RELEVANTES
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Política
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Álvaro Covões critica o foco no futebol em Portugal e a falta de atenção à cultura. Diz que organizar NOS Alive ainda o entusiasma e está a criar um oitavo palco para manter o evento como referência.
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Educação
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Duas casas, dois horários, duas regras de ecrãs, dois critérios para os TPC, e a criança no meio entre dois mundos. Haverá guarda conjunta sem co-parentalidade?
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Rádio Observador
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Um ensaio clínico mostrou resultados sem precedentes em doentes com cancro avançado. Martim Andrade explica porque é que este avanço está a entusiasmar os oncologistas.
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Cultura
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Entre memórias, críticas e desabafos, Marina Mota fala da solidão, da falta de respeito dos nossos políticos pela cultura e da sensação de viver num país que esquece rapidamente os seus artistas.
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Saúde
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Depois de perder peso, porque é que a fome parece voltar com mais força? A Nutricionista Mariana Chaves explica porque aumenta a vontade de comer e porque manter o peso pode ser tão desafiante.
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Justiça
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Luís Rosa e a penalista Ana Rita Duarte analisam a operação que levou a PJ à sede nacional do PS e tem no centro da investigação um número indeterminado de militantes e de dirigentes socialistas.
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O que se passa lá fora
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OS NOSSOS ESPECIAIS
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DESPORTO
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OPINIÃO
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Ao ver o mesmo José Luís Carneiro impresso num cartaz a pedir “confiança” aos portugueses hesita-se entre uma súbita amnésia de quem escolheu o fatal substantivo e uma atroadora impreparação política.
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Não, em França e no Reino Unido, não há aproveitamentos políticos. O que há são políticos fracos que não defendem os cidadãos nacionais, a identidade nacional, nem a história dos seus países.
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Sánchez governa apoiado em quem invoca a República a propósito de tudo e o antifascismo a propósito de nada, e mede a própria estatura democrática pela suposta indignidade alheia
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Para o ano, o PSG ficava com o Luis Enrique para reconquistar a Champions e contratava o Nayib Bukele para reconquistar Paris nos festejos da Champions.
Esses festejos eu acompanhava com gosto.
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Ganhar, para o Trump deste segundo mandato, é exatamente isto. A capacidade de subordinar inteiramente a sua própria fação.
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MAIS PARA LER
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