Enquanto dormia… |
… o primeiro-ministro, no Observador, prometia “maturidade” e “ambição” para os próximos três anos e meio. Luís Montenegro assinala esta quinta-feira os dois anos de Governo num artigo de opinião. O primeiro-ministro considera que o Executivo foi capaz de unir os portugueses em torno de um desígnio comum em tempos de polarização. “Estabilidade sem ambição seria um desperdício imperdoável”, escreve Luís Montenegro. Aqui encontra o artigo nas entrelinhas. |
E ainda enquanto dormia, a Orion largava a mãe Terra e está a caminho da Lua. Mais de 50 anos depois, a humanidade está de novo a voar em direção à órbita do nosso satélite natural e estes quatro astronautas vão estar onde nenhum ser humano esteve até hoje. Esta é a missão Artémis II. Artémis é a deusa grega da Lua, irmã gémea de Apolo — o deus da mitologia helénica que deu nome à missão que levou Armstrong a pisar solo lunar a 20 de julho de 1969. Para já, não haverá alunagem, os astronautas vão “apenas” ver do alto o lado oculto da Lua. Aqui estamos a acompanhar em permanência estes 10 dias de viagem. |
O preço do petróleo também voltou a descolar nas últimas horas. Donald Trump falou esta madrugada (hora portuguesa) ao país e ao mundo. Em 19 minutos, a partir da Casa Branca, presidente dos EUA prometeu atacar o Irão “de forma extremamente dura nas próximas duas ou três semanas. Vamos devolvê-los à Idade da Pedra, que é onde eles pertencem”. Donald Trump disse que a guerra está a terminar e acrescentou que o estreito de Ormuz irá reabrir naturalmente com o fim do conflito. O discurso trouxe pouco de novo, mas bastou para provocar uma nova subida dos preços do petróleo. |
Mar de intranquilidade na Comissão Nacional de Eleições (CNE). Cinco elementos estão em rota de colisão com o presidente da CNE e enviaram uma carta ao Conselho Superior da Magistratura. Em causa está o que o grupo considera ser um atropelo “à legalidade democrática” por parte do juiz conselheiro João Carlos Trindade. Teresa Leal Coelho, Rodrigo Roquete, Miguel Ferreira da Silva, Mafalda Sousa e João Tomé Pilão subscrevem a missiva que pode levar a uma rutura. Na origem da turbulência está uma viagem a Luanda e uma votação polémica, como contamos neste especial assinado pelo jornalista Luís Rosa. Este é também o tema central do episódio desta quinta-feira do podcast “A História do Dia”. |
A perda de nacionalidade passou no parlamento, mas passará em Belém ou no Tribunal Constitucional (TC)? PSD e Chega alcançaram um entendimento e a Lei da Nacionalidade passou, depois do chumbo pelos juízes do Palácio Ratton. A revisão, aprovada por uma maioria de dois terços, afinou e manteve algumas das normas polémicas, como a pena acessória de perda de nacionalidade. O PS não exclui voltar a pedir a fiscalização da constitucionalidade, mas o Presidente da República também o poderá fazer ou vetar. E se chumbar de novo no TC, André Ventura lembra que a mesma maioria de dois terços tem poderes legais para “impor” a vontade do Parlamento. Seria uma nova época de braço de ferro institucional entre a Assembleia da República e o Tribunal Constitucional. |
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Páscoa Feliz. |