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Paulo Ramos

Convidado

Artigos publicados

Literatura

Preposições, instantes e princípios

Diante de uma grande história de amor, perguntamo-nos logo como é que acaba quando verdadeiramente importante é o relâmpago – discreto como uma preposição, singelo como um olá – que ilumina os inícios
Literatura

Chá, os Argonautas e uma madalena

Somos quem somos e como somos graças ao que nos aconteceu desde quando viemos ao mundo. E seremos um pouco diferentes amanhã. Não um relâmpago, não uma casualidade, mas uma consequência do nosso agir.
História

Desejos, rastilhos e a Batalha de Isso

Como intuiu Alexandre, importante é não esquecer que toda a vitória depende de uma chama: aquela em que têm de arder os nossos medos, as nossas hesitações, as nossas dúvidas para deixar tudo para trás
Comportamento

Medeia, mochilas e a antinomia da solidão

A invisível mochila da nossa vida passada – não importa quão curta ou longa ela seja – acompanha-nos na jornada. Compete-nos escolher quão pesada será, porque a memória desconhece a lei da gravidade.
Cultura

Catulo, Wordsworth e os teares de Sophia

Falar de simplicidade ou simplesmente escrever sobre ela é talvez o mais complexo dos desafios, pelo que é provável que, tentando desenredar os nós de todos estes fios, me acabe eu também por enovelar
Filosofia

Nietzsche, repuxos e Radiohead

Regressar ao silêncio? Como se a nossa força advém do facto de as palavras, ao contrário de nós, nunca se quebrarem? Ainda que em mil fragmentos despedaçássemos um dicionário, jamais ele emudeceria.
Comportamento

A escolha, a ordem, a sorte

A linha que separa um desejo realizável de um desejo impossível é muito ténue, delicada, inteiramente confiada à responsabilidade de quem, não tendo mais que palavras, procura traduzi-las em acções.
Literatura

Eros, Hesíodo e o princípio do caos

O dever de tirar algo de bom de todos aqueles pensamentos que por vezes assaltam o nosso espírito, quando estamos perdidos, desorientados, esquecidos do objetivo e do destino, depende apenas de nós.
Política

Wittgenstein na Feira Popular

Este não é, miseravelmente, o tempo dos cidadãos, mas dos prestidigitadores da linguagem. Em tempos de retórica total, a real tragédia é os prestidigitadores condenarem ao exílio os cidadãos do mundo.
Cultura

Beckett, aletheia e a vingança do tempo

Se a verdade (aletheia) significa a negação do esquecimento, quem sabe o que emerge da memória? E o que se decanta em cada clepsidra vazada? Para que novas terras nos convoca a memória da alegria?
Literatura

Cristina Campo, bizarrias e silêncio dos inocentes

Cristina Campo, uma das maiores poetisas italianas do século XX, escreveu algo de cortante precisão: «O meu pai é um dos últimos a saber o nome das coisas, e, portanto, a possuir ainda uma realidade».
Assembleia Da República

As armas, o barão e a sorte grande

Preocupado com a satisfação do caudilho sanjoanense, o pobre Francisco esqueceu que o valor de um jogo não é inerente ao jogo em si, mas depende do valor daquilo que se arrisca.
Mitos

Íon, Abril e um cravo de duas pontas

A busca pelo conhecimento verdadeiro e absoluto da nossa composição genética e das características que fazem de nós sempre, repetida e inalienavelmente nós mesmos, pode não estar uma resposta única.
Novo Governo

Montenegro, Penteu e o fascínio das colinas

Etimologicamente a identidade soa a algo de tranquilizador. Esperemos que politicamente também – esperemos que Montenegro perceba que há certas colinas que não vale a pena espiar.
Democracia

Antígona não tem de morrer

No ano em que a nossa democracia celebra 50 anos, a singular precariedade de um boletim de voto recorda-nos que é absolutamente imprescindível preservar o quotidiano, esse anátema de que a tragédia ri
António Costa

Costa, Wilde e a importância de se chamar António

Oscar Wilde, o classicista, sabia que a outra face de “Earnest” era “Oedipus Rex”. Sem a galharda erudição do jovem irlandês, temo que final Costa terá preparado para a sua “opera buffa”.
Legislativas 2024

Mrs. Dalloway e a florista da Avenida de Roma

O drama de Mortágua e Rui Tavares reside na reivindicação permanente do papel de pitonisas das minudências triviais da existência dos espoliados, sem abdicarem de enormes cabeças de marechal de campo.
Mariana Mortágua

Cannoli, a avó Mortágua e a braguilha de Clemenza

Convocando a avó para o reino vil dos bicos de papagaio, da correspondência com senhorios e do preço das nêsperas, Mortágua expulsou-a da verdade e retirou-lhe o chão que nos consentiria a piedade.
Política

Rimbaud, debates e o burro de Sancho Pança

Quem assistir aos debates concluirá pela monumental derrota de Rimbaud diante do moderno homo politicus luso: para esta criatura engomadamente aveludada até os arremedos de rebeldia lhe são amestrados
Política

Os espartanos e os nossos charcos

Os nossos franganotes fogem de charcos, sobretudo se largos, preferem terreno seco (universidades de Verão, juventudes partidárias) onde suas bolinhas de estrume podem ser roladas para crestar ao sol.

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