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Pesca

32 fotos da arte da pesca em Portugal nos anos 50 que estão a deslumbrar o mundo

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Varinas e pescadores, redes de pesca e artes, o mar entre Lisboa e a Nazaré. A Fundação Calouste Gulbenkian mostra como era a vida junto ao mar português nos anos 50. As fotos têm deslumbrado o mundo.

Col. Estúdio Horácio Novais I FCG-Biblioteca de Arte

A vida entre as ondas do mar está na genética portuguesa. Apesar da nossa identidade como povo se confundir com o ir e vir do mar na costa, é preciso chegar a 1892 para encontrar o primeiro documento de análise às atividades piscatórias em Portugal. Chamava-se “Estado actual das pescas em Portugal” e foi escrito pelo comandante António Baldaque da Silva, militar muito dedico à oceanografia e biologia.

Sessenta anos depois, o fotógrafo Horácio Novais foi ilustrar aquilo de que o comandante havia escrito. Depois de ter aberto um estúdio onde passou a trabalhar a título independente – até 1931 era fotojornalista no jornal O Século -, passou a dedicar-se a projetos para vários meios de comunicação social. Um desses projetos levou-o até às praias do Cais da Ribeira, em Lisboa, da Ericeira e da Nazaré para fotografar a venda do peixe, a recolha dos barcos, o restauro das redes, as juntas de bois que ajudavam os pescadores, as festas junto ao mar e os barcos atracados nos portos.

As imagens foram disponibilizadas ao Observador pela Fundação Calouste Gulbenkian através da sua Biblioteca de Arte. Mas antes já tinham sido publicadas por sites como o Mashable e deslumbrado o mundo. Veja 32 fotos na fotogaleria.

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