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TAP. Consórcio privado lembra que vai continuar a nomear os gestores executivos

Consórcio privado acionista da TAP diz que empresa precisa de estabilidade e de um conselho de administração coeso. Gateway defende nomeações propostas pelo Governo, incluindo a de Lacerda Machado.

© Hugo Amaral/Observador

O consórcio privado Atlantic Gateway, que ainda é o maior acionista da TAP, avisa que a empresa “precisa de estabilidade e de um conselho de administração coeso que apoio esta estratégia de crescimento e sustentabilidade que temos vindo a conseguir.”

Em comunicado, o consórcio composto por David Neeleman e Humberto Pedrosa, considera que o novo concelho de administração, que será eleito no dia 30 de junho, “terás as competências necessárias e estará à altura dos desafios que terá pela frente, dada a experiência empresarial e complementaridade dos seus membros”.

Sem se referir especificamente aos nomes de Lacerda Marchado e de Miguel Frasquilho, indicados pelo Governo para o conselho de administração, mas sem funções executivas, a Gateway recorda que vai continuar a “nomear a gestão executiva da TAP que é hoje uma empresa privatizada e privada”. A Gateway tem atualmente cerca de 61% da TAP, mas existe um acordo para o Estado recuperar 50% do capital da companhia.

Atlantic Gateway sublinha ainda que tem estado a “executar com sucesso o plano de turnarround (recuperação) da TAP desde a conclusão da privatização”, destacando a capitalização, o investimento em frota e a abertura de novas rotas.

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