Explicador

Jerusalém capital de Israel. O gesto de Trump é simbólico ou um barril de pólvora?

Dezembro 201706 Dezembro 2017497
João de Almeida Dias

Porque é que Trump escolheu reconhecer Jerusalém como capital de Israel?

Pergunta 1 de 8

A justificação de Donald Trump chegou num muito aguardado discurso, feito esta quarta-feira a partir da Casa Branca. Para o Presidente dos EUA, a decisão de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e de transferir para aquela cidade a sua embaixada, que até agora esteve em Tel Aviv, representa “o início de uma nova abordagem ao conflito” israelo-árabe.

“Não podemos resolver os nossos problemas mantendo as mesmas ideias falhadas e repetindo as mesmas estratégias do passado”, disse. “Desafios antigos exigem novas abordagens.”

Referindo que “Israel é uma nação soberana com o direito que assiste a qualquer outra de determinar qual é a sua capital”, Donald Trump acrescentou que “reconhecer este facto é uma condição necessária para chegar à paz”.

Ainda assim, Donald Trump foi omisso quanto àquilo que entende ser o caminho para chegar a um acordo de paz, nem comentou as reações adversas que a sua decisão despertou um pouco por todo o mundo, e em especial nos países vizinhos (e adversários) de Israel, que mantêm com a nação judaica uma relação historicamente tensa, como explicamos nos pontos seguintes.

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