Já foi declarada “a principal inimiga do reino português”, mas são poucos os que a conhecem. “Njinga, Rainha de Angola” é o filme que nos conta a vida desta guerreira africana e estreia esta quinta-feira nas salas de cinema portuguesas.

Njinga foi uma guerreira africana que durante 40 anos, no século XVII, defendeu a independência dos reinos do Ndongo e Matamba, situados em Angola. Depois do assassinato do seu filho, Njinga concentrou a sua energia na libertação dos povos mbundo sob o lema “Quem ficar luta até vencer”.

É a luta pela independência contra o ocupante português que o realizador Sérgio Graciano mostra em “Njinga, Rainha de Angola”. Curiosamente, o escritor José Eduardo Agualusa também lançou, este ano, um novo romance dedicado à “A Rainha Ginga”.

A história do filme começa em 1617, ano em que o pai de Njinga, o rei Kilwanji, morre. Após presenciar o assassinato do filho e a humilhação que o irmão sofreu dos colonizadores portugueses, Njinga resolve lutar pela libertação do povo mbundu.

A luta acabou por compensar mas, se quiser saber mais, terá de ir ao cinema.

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