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Obama pede autorização ao Congresso para usar forças militares contra o Estado Islâmico

Este artigo tem mais de 5 anos

O pedido foi realizado esta quarta-feira na Casa Branca. A ação deverá ser concluída num período de três anos e não envolve o envio de tropas terrestres para o Iraque e Síria.

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Estavam presentes no anúncio o vice-presidente Joe Biden, o secretário de Estado John Kerry e o secretário de Defesa Chuck Hagel.

Getty Images

Estavam presentes no anúncio o vice-presidente Joe Biden, o secretário de Estado John Kerry e o secretário de Defesa Chuck Hagel.

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O Presidente norte-americano Barack Obama pediu autorização ao Congresso do país esta quarta-feira para usar forças militares na guerra contra o Estado Islâmico (EI), avança a CNN. Obama afirmou que a aprovação “fortalecerá os Estados Unidos na luta contra o EI”. “Não tenham dúvidas de que essa é uma missão difícil e continuará difícil por algum tempo. Mas a nossa coligação está na ofensiva e o EI está na defensiva. O EI vai ser derrotado”, afirmou.

Esta é a primeira vez que uma autorização de guerra é solicitada aos congressistas desde que George W. Bush iniciou a guerra do Iraque em 2002. O pronunciamento foi feito na Casa Branca, no qual também estiveram presentes o vice-presidente Joe Biden, o secretário de Estado John Kerry e o secretário de Defesa Chuck Hagel.

O pedido de Obama foi realizado através de uma carta ao Congresso e um projeto de legislação que serviria de base legal para as operações. O documento prevê que as ações deverão ser concluídas num período de três anos, a menos que haja uma nova autorização, e não limita o âmbito geográfico das operações. “Se não for controlado, o EI representará uma ameaça para além do Médio Oriente, incluindo a pátria americana”, disse. Obama deverá informar o Congresso sobre o desenvolvimento da ação a cada seis meses.

O Presidente americano deixou claro que o uso de forças militares contra o EI não inclui o envio de tropas terrestres para o Iraque e Síria. “Estou convencido que os Estados Unidos não devem voltar a outra guerra terrestre no Oriente Médio – não é do interesse da nossa segurança nacional e não é necessário para que possamos derrotar o EI”, afirmou.

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Os partidos democrata e republicano apoiaram a autorização da ação militar, mas demonstraram preocupações diferentes sobre o assunto, conforme avança o Wall Street Journal. Enquanto os democratas defendem limitações relacionadas ao envio de tropas e número de militares envolvidos na operação, os republicanos acreditam que a autorização seja o início de um processo de mudança da legislação para proteger o país contra o grupo terrorista.

O canal CNN disponibilizou o vídeo do discurso de Obama sobre o Estado Islâmico.

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