Numa época em que desafiar convenções parece ser uma tendência nas mais diversas áreas de conhecimento, vale a pena refletir sobre alguns conceitos que utilizamos com frequência para descrever a nossa relação com o dinheiro. Desde cedo nos habituamos a ouvir provérbios como “De janeiro a janeiro, o dinheiro é do banqueiro” e expressões populares como “No poupar é que está o ganho”, que chegou a ser adotada como slogan numa campanha publicitária.

A gestão das finanças pessoais é cada vez mais apontada como um dos segredos para viver uma vida feliz, saudável e bem-sucedida. E nunca é tarde demais para aprender a gerir o dinheiro, controlar orçamentos e planear investimentos futuros. O primeiro contacto com o vil metal dá-se ainda antes da idade escolar, em ocasiões festivas como o aniversário, oferecido por familiares ou amigos visando uma compra a prazo. Na escola as crianças aprendem a fazer mealheiros e a imagem de um porquinho em cerâmica onde se introduzem moedas figura ainda no imaginário de muitos, numa tradição que atravessa várias gerações. Há instituições de crédito que os oferecem, sob variadas formas, aos mais novos titulares de contas bancárias, mas podem nem ser as mais adequadas.

Em tempos de crise, a palavra poupança torna-se o credo diário das empresas e das famílias que procuram, a todo o custo, manter o equilíbrio dos seus orçamentos. Mas o ato de poupar seria mais fácil e óbvio em tempos de abundância, certo? Guiados pela interrogação podemos concluir que é mais importante saber gastar o dinheiro do que poupá-lo. E ao fazê-lo bem estaremos a evitar desperdícios e custos desnecessários que vão refletir-se em níveis de poupança mais eficientes. Isto implica apenas deslocar o foco das nossas ações, de um ponto de vista corretivo para uma posição preventiva de desequilíbrios futuros. Ou seja, se aprender a gerir o dinheiro estará desde logo a fomentar a poupança.

Para facilitar a compreensão da informação, vista por muitos como uma linguagem encriptada, a DECO PROTEST está a promover este mês ações de formação gratuitas inseridas na Campanha de Formação Financeira 2015, “Construa a sua formação”, uma iniciativa da Proteste Investe que há 20 anos ajuda os consumidores a investir. Dirigidas ao público em geral mediante inscrição online, (as inscrições são limitadas), estão disponíveis sessões de formação à distância em três áreas distintas: Finanças Pessoais, Investimentos Imobiliários e Otimização Fiscal. Os participantes podem colocar questões no momento da inscrição ou durante o desenvolvimento das ações e no final terão direito a um vale de desconto até 50% que podem utilizar para frequentar outros cursos financeiros.

Entidade certificada pela DGERT nas áreas de educação e formação de finanças, banca e seguros e de contabilidade e fiscalidade a DECO PROTEST disponibiliza diversos cursos em regime presencial com formador em sala, ou à distância através de plataforma de e-learning. São especialmente direcionados para quem está a dar os primeiros passos no mundo dos investimentos ou gostaria de melhorar o conhecimento sobre os instrumentos financeiros. E são desenhadas de modo a que no final saiba descascar as camadas de patina, normalmente aplicadas pelas instituições financeiras.

Quanto melhor compreender os significados das palavras usadas, mais facilmente pode comunicar e desenvolver uma visão crítica sobre as propostas que lhe apresentam nos, bancos, seguradoras e em quaisquer contratos que estabeleça. A literacia financeira torna transparente a paisagem do universo financeiro e facilita a adoção das melhores práticas na gestão do seu dinheiro e nas decisões de investimento.