Tabaco

20 marcas de tabaco que se esfumaram com o tempo

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As restrições ao consumo e comércio do tabaco tiraram-no do espaço público onde era omnipresente. Recorde aqui 20 marcas nacionais desaparecidas que devem ter passado pelos cinzeiros da sua família.

Numa altura em que a variedade de marcas de tabaco no mercado é cada vez menor, lembramos algumas marcas portuguesas que fizeram sucesso no seu tempo, quando os malefícios do tabaco não eram tão conhecidos e se podia fumar em todo o lado – no café, no trabalho e até na televisão.

A Tabaqueira, empresa líder do mercado nacional e a única que ainda fabrica cigarros no Continente, foi fundada em 1927 pelo empresário Alfredo da Silva. Nacionalizada depois do 25 de Abril, veio mais tarde a ser comprada pela multinacional Philip Morris International. Nestas nove décadas, foi responsável por marcas como Provisórios, Definitivos, Águia, Kentucky, 20 20 20, High-life, Porto, Ritz, Sintra, Monserrate ou Kayak.

Umas das suas concorrentes era a INTAR (sucessora da Companhia Portuguesa de Tabacos), responsável por marcas como Estoril, Kart ou Marialvas. Esta empresa, ao ser nacionalizada em 1975, foi fundida com a Tabaqueira.

Figura importante no desenho de maços de tabaco, nas décadas de 60 e 70, foi o designer António Garcia, falecido no ano passado. Ao serviço da Tabaqueira, foi responsável pela conceção dos maços mais emblemáticos dos SG (Gigante, Filtro e Ventil), bem como de outras marcas – Sintra, Kayak, Monserrate, High Life, Ritz e Plaza Internacional.

Recorde na fotogaleria os maços de 20 marcas de cigarros que os seus pais ou avós talvez tenham fumado.

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