A revista eVolo Magazine já anunciou os vencedores dos prémios 2016 da “Skyscraper Competition”, que todos os anos desde 2006 nos mostra os planos mais inovadores (e alucinantes) de arquitetura e design. Há dois objetivos inerentes à competição, patrocinada pelos estúdios e meios de comunicação social mais reconhecidos do ramo: resolver problemas sociais, económicos e culturais; e encontrar novos planeamentos urbanísticos.

Um dos projetos mais ambiciosos premiados este ano chama-se “New York Horizon” e está a fazer furor nas redes sociais. Yitan Sun e Jianshi Wu, os arquitetos norte-americanos por detrás desta ideia, propõem-se a “enterrar” o Central Park. Nas imagens criadas em computador, os dois artistas instalaram uma espécie de muro gigantesco em redor do parque novaiorquino e depois escavaram o local até encontrar pedras de grandes dimensões. E em vez do parque que todos conhecemos como símbolo de Manhattan, este novo espaço verde com 341 hectares passaria a ser uma região montanhosa com lagos protegidos da movimentação da cidade. Mas o plano não se fica por aí: Yitan Sun e Jianshi Wu querem construir um arranha-céus, com apartamentos, de 300 metros de altura e 80 vezes maior em área de construção que o Empire State Building.

new york horizon

Créditos: eVolo Magazine

O segundo lugar da competição foi para a equipa de arquitetos de Ayed Mohammad, Yifeng Zhao e Chengda Zhu, sediada nos Estados Unidos. Os três imaginaram um outro edifício – a “Colmeia” – que seria um terminal de controlo para drones. Este edifício poderia gerir todos os drones que voassem sobre Nova Iorque, dos estatais aos pessoais. A Colmeia seria também semelhante a uma garagem porque é composta por módulos adaptados a nove tipos de aparelhos voadores não tripulados.

the hive

Créditos: eVolo Magazine

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A “Torre de Dados”, dos italianos Valeria Mercuri e Marco Merletti, foi a vencedora do terceiro lugar da competição. Desta vez, o arranha-céus seria feita na Islândia e funcionaria como um acumulador de servidores de Internet. Seria composta por uma placa tridimensional gigante com forma cilíndrica e cuja fachada estaria cravada de todo o hardware dos servidores. O interior estaria vazio, para garantir um sistema de refrigeração e para que haja espaço de manutenção para os técnicos.

data center

Créditos: eVolo Magazine