Os desenvolvimentos que a divisão i da BMW tem vindo a testar foram descobertos pela britânica “Autocar“, a qual escreve que a marca alemã tem vindo a trabalhar numa bateria de maior capacidade, a par de motores eléctricos mais eficazes e poupados, com os quais pensa substituir o actual sistema híbrido que equipa o i8. As notícias dos esforços do fabricante germânico surgem pouco depois de a BMW ter confirmado a intenção de aumentar o número de modelos produzidos e comercializados sob a sigla ‘i’, ou seja, tendencialmente não poluentes.

A próxima geração do BMW i8, que deverá começar por entrar em acção na forma de sucessor do actual i8 Safety Car do Campeonato de Fórmula E, poderá ter por base a estrutura de fibra de carbono desenvolvida pela divisão da BMW responsável pela criação do protótipo movido a célula de combustível e apresentado em 2015.

Apesar de contar com uma bateria maior e com mais capacidade, os responsáveis da marca acreditam que o futuro i8 não pesará mais que o actual (1.485 kg), cuja autonomia é de 400 quilómetros. Quanto aos motores eléctricos, serão em número de três, dispostos um à frente e dois atrás, estes últimos no espaço agora ocupado pela unidade de três cilindros em linha e 1,5 litros a gasolina que equipa o actual i8.

Podendo funcionar, segundo apurou a “Autocar” junto de fontes internas da BMW, a regimes mais altos que os actuais motores eléctricos montados no modelo, os novos propulsores garantem também maior potência. Enquanto o motor actual anuncia 362 cv, as próximas unidades deverão conseguir produzir 271 cv. Cada uma.