O pugilista britânico Tyson Fury anunciou esta quinta-feira que desiste de defender os títulos de campeão do mundo de pesos pesados “com efeito imediato” para se concentrar no seu “tratamento médico e recuperação”.

Tyson Fury, de 28 anos, admitiu na semana passada que consumiu “muita cocaína” ao longo da vida, depois de ter sido noticiado que acusou aquela substância num controlo ‘antidoping’.

O britânico, que nunca sofreu qualquer derrota, tinha um combate agendado para 29 de outubro, em que iria defender os títulos frente ao cazaque Wladimir Klitschko, antigo campeão, mas que já tinha sido cancelado por Fury não estar em condições médicas para competir.

“Ganhei estes títulos no ring e penso que devem ser perdidos no ring, mas sou incapaz de os defender neste momento”, afirma, num comunicado divulgado hoje.

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O pugilista tinha anunciado no Twitter a sua retirada, mas depois veio dizer, na mesma plataforma na Internet, que o anúncio não tinha passado de uma brincadeira e que estava a recuperar para poder defender os seus títulos mundiais.

No final de setembro, a comunicação social norte-americana noticiou que Tyson Fury acusou cocaína num controlo realizado no dia 22 daquele mês e que iria perder os títulos de campeão mundial (WBA e WBO) devido a consumo de uma substância proibida.