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Diploma sem garantias? Nestes 14 cursos um em cada cinco recém-diplomados anda à procura de emprego

Este artigo tem mais de 5 anos

A maioria deles é lecionada em politécnicos e quase todos ficam no interior do País. Nestes 14 cursos espalhados por instituições públicas, a taxa de desemprego em 2016 superava os 20%.

Teatro e Artes Performativas, na Universidade de Trás-os-Montes, é um dos cursos com maior taxa de desemprego, no ensino público
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Teatro e Artes Performativas, na Universidade de Trás-os-Montes, é um dos cursos com maior taxa de desemprego, no ensino público

Andreia Reisinho Costa

Teatro e Artes Performativas, na Universidade de Trás-os-Montes, é um dos cursos com maior taxa de desemprego, no ensino público

Andreia Reisinho Costa

Da Comunicação e Relações Públicas, no Politécnico da Guarda, a Serviço Social, na Universidade de Trás-os-Montes, passando pela licenciatura em Turismo, no Politécnico de Bragança, e Engenharia de Sistemas, no Politécnico do Porto. São estes 14 os cursos ministrados em instituições públicas de Ensino Superior cuja taxa de desemprego junto dos recém-diplomados igualou ou superou os 20% em 2016, de acordo com os dados mais recentes divulgados pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, e tendo em conta os cursos que vão abrir vagas no próximo ano.

Dos 14 cursos em que, pelo menos, um em cada cinco recém-diplomados não consegue encontrar trabalho, nove são lecionados em politécnicos e cinco em universidades. Dessa lista fazem parte cinco engenharias e até alguns cursos cuja média de entrada supera os 13 valores, como Engenharia de Sistemas no Politécnico do Porto e Artes e Humanidades, na Universidade de Lisboa.

Quase todos estes cursos ficam no interior do País e, ao todo, vão abrir 570 vagas no próximo ano letivo, sendo que a grande maioria manteve o número de vagasdo ano anterior.

A taxa de desemprego calculada, explica o Ministério, “é o rácio entre o número de recém-diplomados do curso que se encontram registados como desempregados no IEFP e o número total de recém-diplomados do curso”. “Por recém-diplomado, entende-se um estudante diplomado do curso no período de referência 2011/12 – 2014/15. O número de registos no IEFP considerado no referido rácio é a média entre os registo à data de 30-06-2016 e à data de 31-12-2016.”

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Não sendo este um indicador perfeito, uma vez que deixa de fora os desempregados que não se inscrevem em centros de emprego e aqueles que estão a trabalhar em áreas completamente distintas da sua formação, é o único que existe que permite ter alguma noção das garantias de cada curso ao nível da absorção pelo mercado de trabalho. Além disso, estes dados fazem um retrato da empregabilidade em 2016 que poderá não ser necessariamente a realidade daqui a uns anos, quando terminares o curso. E deve-se ainda ter em conta que o facto de serem lecionados, a maioria deles no interior do País, não ajuda a encontrar emprego no final do curso.

Certo é que ter um curso superior compensa e não é de agora. Basta olhar para as taxas de desemprego registadas e divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatística: em dezembro de 2016 a taxa de desemprego em Portugal era de 10,5%, e na população com Ensino Superior era de 8%. Também a evolução da percentagem de recém-diplomados inscritos em centros de emprego nos últimos três anos permite perceber que há menos recém-diplomados à procura de emprego, independentemente de terem tirado um curso superior no ensino público ou no privado.

A primeira fase de candidaturas ao Ensino Superior arranca esta quarta-feira, dia 19 de julho, e prolonga-se até dia 8 de agosto. Os resultados serão conhecidos a 11 de setembro.

 
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