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Bugatti

Bugatti admite aumentar a gama com quatro portas

Hoje em dia a jóia mais valiosa no leque de marcas do Grupo Volkswagen, a Bugatti está a ponderar expandir a sua oferta, com um modelo de quatro portas. Mas apenas para 2024.

Autor
  • Francisco António

Depois de vários rumores nesse sentido ao longo dos últimos anos, a Bugatti reconhece agora que está, efectivamente, a pensar fazer crescer a sua gama, com um modelo de quatro portas. Cujo surgimento, a acontecer, será lá para 2024, na melhor das hipóteses.

A confirmação desta intenção foi dada à Automotive News pelo próprio presidente da Bugatti Automobiles, Wolfgang Dürheimer, com o alemão a reconhecer que “o modelo de quatro portas não está morto”.

No entanto, Dürheimer também revelou que uma decisão final sobre o assunto não está ainda tomada, tudo apontando para que tal venha a acontecer somente em 2018. Pelo que, “pelo menos nos próximos anos, a Bugatti continuará a ser uma marca de um só modelo”, acrescentou.

Recorde-se que a oferta da marca italiana resume-se, actualmente, ao superdesportivo de luxo Chiron, cujo ciclo de vida está previsto rondar cerca de oito anos, ou seja, até 2024 ou 2025.

Ainda antes dessa data, a Bugatti terá de tomar outra importante decisão, e que passa pela futura motorização a aplicar, seja no próximo Chiron, ou numa qualquer nova proposta. Por enquanto, tudo parece estar em aberto, admitindo-se a possibilidade tanto de um novo motor de combustão interna, como um 100% eléctrico ou, até mesmo, um híbrido.

A decisão será tomada em função de critérios de performance, uma vez que, em última análise, é isso que os nossos clientes esperam de nós”, afirma o presidente da Bugatti, reconhecendo que “todos os cenários estão em aberto”.

Ainda assim, quanto mais tempo a Bugatti puder esperar para tomar uma decisão melhor, afirma o mesmo responsável, explicando que tal permitirá aproveitar a tecnologia no mais avançado estágio de evolução possível, seja no domínio das baterias, seja no dos propulsores.

Importa recordar que a marca italiana chegou a ponderar electrificar o Chiron, ainda numa fase em que o modelo se encontrava em desenvolvimento. Na altura, a escolha acabou por recair num motor de combustão interna, não só devido a questões relativas com o peso e a instalação das baterias, mas também a partir do momento em que houve a certeza de que seria possível oferecer a potência predefinida de 1.500 cv, com um motor exclusivamente a gasolina, comentou Dürheimer.

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