Dicas Auto

Como ter carro (para umas voltinhas), não tendo

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Precisa de um carro para as voltas do dia-a-dia, sem que tenha que se preocupar com gasolina, estacionamento ou até seguros? A DriveNow tem a solução. Para já, por 29 cêntimos ao minuto.

A empresa garante que é possível ir do aeroporto de Lisboa ao Marquês de Pombal, pagando entre 4 e 6€; da Praça do Saldanha a Belém, por apenas entre 5 e 7€; e de Alvalade ao Martim Moniz, por 4 a 5€

Autor
  • Francisco António

Se faz parte daquele lote de lisboetas que não possui nem pretende ter carro, mas que, ainda assim, gostaria de ter uma solução para aqueles dias mais agitados, em que precisa de correr de um lado para outro, ir até Almada, Cascais ou Sintra, e chegar à noite, a casa, sem ter de fazer contas ao dinheiro que gastou em gasolina, estacionamentos ou até mesmo seguro automóvel, então, é bem possível que já exista a solução que tanto procura: chama-se DriveNow e é um serviço de car-sharing acabado de chegar à capital portuguesa, que disponibiliza veículos BMW e Mini, a gasolina ou eléctricos, com um custo, nesta fase inicial, de apenas 0,29€ por minuto. Basta registar-se, fazer o download da aplicação, escolher a viatura… e siga!

Actualmente presente em 13 países europeus, onde gere mais de 5.700 veículos, 16% dos quais eléctricos, a DriveNow é o resultado de uma parceria entre o construtor automóvel BMW e a companhia de rent-a-car Sixt, que agora chega a Lisboa, pela mão da Brisa.

A frota

  • 91 BMW Série 1
  • 64 Mini Cooper de 5 portas
  • 15 Mini Cooper de 3 portas
  • 30 carrinhas Mini Clubman
  • 11 eléctricos BMW i3

Com uma frota de 211 viaturas e a funcionar, para já, apenas a partir de uma área delimitada da cidade, a DriveNow quer impor-se como uma nova solução de mobilidade – mais fácil, mais barata e sem todas as preocupações inerentes à propriedade de um veículo. Aliás, passada apenas uma semana sobre o lançamento do serviço, 10 mil portugueses, garante a empresa, já aderiram.

Como funciona?

Simples. Ao utilizador é apenas pedido que se registe no site da própria DriveNow, ou então através da página da Brisa (desta forma e no caso de já ser cliente, nem sequer terá de preocupar-se em inserir os seus dados!), fornecendo, entre outras informações, o número de um cartão de crédito, para efeitos de pagamento da utilização que vier a fazer do serviço. Depois, há que aguardar um e-mail de confirmação de subscrição do serviço, enviado pela empresa.

Recebida essa confirmação, o cliente tem então de descarregar a aplicação da empresa para o seu smartphone, finalizar o processo e, já com toda a burocracia cumprida, localizar e reservar o modelo pretendido. Que, garante a companhia, nunca estará a mais de 400 metros de distância do local onde o futuro utilizador se encontra.

Chegado ao local e perto da viatura, o cliente tem de introduzir o seu PIN pessoal, destrancar a viatura seleccionando a opção correspondente na aplicação, sentar-se ao volante e colocar o motor em funcionamento, pressionando, para tal, o botão “Start”. Podendo então seguir viagem.

Uma vez no destino pretendido, o utilizador tem três opções. Pode dar a viagem por concluída e trancar a viatura – mais uma vez, recorrendo ao smartphone –, pagando apenas o tempo de utilização. Mas se pretender ainda regressar no mesmo veículo, estaciona e tranca a viatura, sem dar por concluída a utilização e pagando pelo tempo que está estacionado 0,15€ ao minuto. Finalmente, há ainda a possibilidade de manter a viatura reservada para utilização futura, pagando 0,10€ por minuto (os primeiros 15 minutos são grátis), por um período máximo de oito horas. Sendo que, uma vez esgotado esse prazo e caso a viatura não volte a ser utilizada, ficará livre para outro utilizador.

Um alerta: embora as viaturas possam ser conduzidas para qualquer lado (o serviço prevê um máximo de 200 quilómetros de utilização, sendo que, a partir daí, o cliente tem de pagar, adicionalmente, 0,30€ ao quilómetro), tanto a recolha como a entrega das mesmas terá de ser feita sempre na zona de operação da empresa. Ou seja, numa área que, basicamente, vai desde a zona ribeirinha da capital, até ao limite geográfico definido pela Segunda Circular.

Então, e outros custos?

Comecemos pelas boas notícias: até amanhã, a DriveNow oferece, ao abrigo da campanha de lançamento, a subscrição do serviço, cujo preço é de 10€, já com 30 minutos de utilização incluídos. Sendo que, até ao dia 12 de Outubro, data em que se comemora oficialmente um mês sobre o arranque do serviço, será também possível reservar qualquer veículo, independentemente do modelo, pagando apenas 0,29€ por minuto. Preço que inclui já gasolina (abastecimentos apenas nas estações da Galp, com recurso à Via Verde instalada no carro), estacionamento na cidade de Lisboa (em zonas com e sem parquímetro) e seguro contra todos os riscos. Ainda que, neste caso, com uma franquia de 350€ – a qual, mediante o pagamento de 1€ mais na utilização, deixa de existir.

Terminada a fase de lançamento, entrarão então em vigor os preços previstos, e diferenciados para cada modelo, com um Mini a manter-se nos 0,29€ por minuto, um BMW Série 1 a custar 0,31€ ao minuto, e um eléctrico BMW i3 a orçar em 0,34€ ao minuto.

Lá mais para a frente, a DriveNow tem previsto disponibilizar um serviço específico para quem necessita de uma viatura para ir, ou voltar, do Aeroporto General Humberto Delgado, por uma tarifa fixa de 5€.

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