O Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), em Lisboa, ultrapassou esta terça-feira o total de visitantes de 2016, ao receber o visitante número 175.577, mais um do que no ano passado, indicou à agência Lusa fonte do museu.

De acordo com a mesma fonte, trata-se de uma mulher portuguesa que entrou no museu ao fim da manhã, acompanhada por uma amiga, e será premiada com várias ofertas, no âmbito de uma celebração que o MNAA organizou.

O designado “Visitante+1” – que ultrapassa o registo oficial do museu de 175.576 visitantes no ano passado – terá direito a uma entrada grátis na exposição atual “As Ilhas do Ouro Branco”, para duas pessoas, e oferta do catálogo desta exposição.

Terá também direito a uma visita orientada privada, para duas pessoas, em dia a marcar com o vencedor, um almoço com menu especial, no dia da visita, também para duas pessoas, e uma fotografia, nestes dias, para ser partilhada nas redes sociais do museu.

Criado em 1884, o MNAA acolhe a mais relevante coleção pública de arte antiga do país, de pintura, escultura, artes decorativas portuguesas, europeias e da Expansão Marítima Portuguesa, desde a Idade Média até ao século XIX, e é um dos museus com maior número de obras classificadas como tesouros nacionais.

Além dos Painéis de São Vicente, de Nuno Gonçalves, o acervo integra ainda, entre outros tesouros, a Custódia de Belém, de Gil Vicente, mandada lavrar por D. Manuel I, datada de 1506, e Biombos Namban, do final do século XVI, que registam a presença dos portugueses no Japão.

Hieronymous Bosch, Albrecht Dürer, Piero della Francesa, Hans Holbein, o Velho, Pieter Bruegel, o jovem, Pieter de Hooch, Lucas Cranach, Hans Memling, Jan Steen, van Dyck, Giordano, Zurbarán, Murillo, Ribera, Poussin, Tiepolo, Fragonard apenas são alguns dos mestres europeus representados na coleção do MNAA.