Rádio Observador

Incêndios

Incêndio destrói módulo de produção de fábrica de capacetes em Anadia

Módulo de produção da Nexxpro foi esta tarde destruído por um incêndio difícil de combater devido ao facto de a matéria-prima utilizada pela fábrica ser altamente inflamável.

FRANCIS R. MALASIG/EPA

Um dos módulos de produção da fábrica de capacetes Nexxpro, em Amoreira da Gândara, foi esta tarde destruído por um incêndio, confirmaram os Bombeiros de Anadia, que permanecem no local a controlar o avanço das chamas.

O alarme foi dado pelas 15:12, tendo acorrido ao local bombeiros de Anadia e dos concelhos vizinhos, apoiados por mais de uma dezena de viaturas. O combate às chamas está a ser dificultado pelo facto de a matéria-prima utilizada pela Nexxpro ser altamente inflamável (resinas, plásticos, fibras), o que terá provocado “uma grande carga térmica”, explica a mesma fonte.

Também o Comando Distrital de Operações de Socorro de Aveiro disse à Lusa que “a fábrica foi tomada pelas chamas”. Os prejuízos materiais serão avultados, mas, até agora, não há vítimas a registar.

A presidente da Câmara de Anadia, Teresa Cardoso, que se deslocou ao local do incêndio, disse à Lusa que “ainda é cedo” para saber se a Nexxpro está em condições para retomar a produção a curto prazo, o que poderá deixar em risco 150 posto de trabalho.

“O dono da fábrica [o empresário Hélder Loureiro] está a tentar avaliar se é possível recuperar algum equipamento”, explicou a autarca. Esclarecendo que a apenas um “módulo de produção” (pavilhão) foi atingido pelas chamas.

Teresa Cardoso aproveitou para deixar uma palavra de “solidariedade e incentivo” aos trabalhadores e proprietários da empresa.

Fundada em 2001, a Nexxpro produz capacetes e acessórios para motociclismo, tendo sido a primeira empresa em Portugal a usar tecnologia para a produção de capacetes em fibra. Um dos seus produtos de maior sucesso é um capacete para motas forrado em ganga (denim).

Ao longo dos anos, a Nexxpro desenvolveu parcerias com diversas marcas internacionais, como a Hugo Boss e a Swarovski, tendo iniciado em 2015 uma participação na alta competição, com a entrada no Mundial FIM de Superbikes.

Atualmente, a marca é representada em 56 países espalhados pelo mundo “com perspetivas de a curto prazo estender a sua representação a novos mercados”.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Feminismo

Liberdade p/assar /premium

Alberto Gonçalves
628

O descaramento do MDM e associações similares é infinito. Uma coisa, já de si irritante, é a sensibilidade contemporânea a matérias tão insignificantes que não ofenderiam o antigo arcebispo de Braga.

Natalidade

Como captar os votos de um jovem casal?

Ricardo Morgado

O nascimento de uma criança altera, complemente, a vida de um jovem casal. Para que tal aconteça mais vezes, é essencial que o Estado saiba responder às suas necessidades e a algumas urgências.

Toxicodependência

Fernanda Câncio, a droga não é "cool"

Henrique Pinto de Mesquita
305

Venha ao Bairro do Pinheiro Torres no Porto. Apanhamos o 204 e passamos lá uma hora. Verá que as pessoas que consomem em festivais não são bem as mesmas que estão deitadas nas ruas do Pinheiro Torres.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)