O FC Porto vence habitualmente o Chaves. É a estatística quem o diz.

Aliás, a última (e única) vitória dos flavienses foi em dezembro de 1988. Nos últimos sete encontros, e contando já com o 0-4 desta tarde/noite, sete triunfos portistas. Sob o signo do sete está igualmente Luís Castro. O treinador do Chaves (que até já o foi no FC Porto; antes havia sido dirigente dos portistas) tem sete encontros e outras tantas derrotas frente ao FC Porto.

Adiante. Em Chaves, Soares (que esta época foi sempre mais suplente do que opção para Conceição e até esteve com pé e meio na China depois de se “picar” com o treinador — foi Pinto da Costa quem o “segurou” nos dragões) bisou, algo que há muito não fazia. Esta época é mesmo a primeira vez — o brasileiro fez tantos golos em 28 minutos no jogo de domingo como nos 279 anteriores que tinha disputado no campeonato esta temporada.

O último bis de Soares tinha sido há quase um ano, em março 2017, frente ao Arouca.

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Soares voltou, portanto, a ser o que era. Mas o FC Porto de Sérgio Conceição é bem melhor do que o que era o de Nuno Espírito Santo. Desde logo no acerto com a baliza. Na visita a Chaves chegou aos 90 golos esta época, ao fim de 36 jogos: já superou, portanto, a época passada, quando fez 88 golos em 49 jogos.

E continua invencível nas competições nacionais, 30 encontros volvidos. Tal não se via desde 2003/04, então com Mourinho ao leme.