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Catarina Martins

Seria estranho que o PS preferisse negociar com a direita a legislação laboral, diz Catarina Martins

A coordenadora do BE disse que "seria muito estranho que o PS preferisse negociar" a legislação laboral com a direita e acusou o Governo de não manter o negociado com o partido sobre precariedade.

MIGUEL A. LOPES/LUSA

A coordenadora do BE disse esta quinta-feira que “seria muito estranho que o PS preferisse negociar” a legislação laboral com a direita, que atacou sempre os trabalhadores, acusando o Governo de não manter o negociado com o partido sobre precariedade.

No final de uma reunião com a Comissão de Trabalhadores dos CTT, em Lisboa, Catarina Martins garantiu que “o BE nunca votará medidas com um sentido contrário aquele que negociou” com o Governo e o PS em matéria de legislação laboral, sendo o foco dos bloquistas o combate à precariedade no país.

“Eu julgo que seria muito estranho que o PS, depois deste tempo em que foi possível melhorar efetivamente as condições do país por haver um acordo de recuperar rendimentos do trabalho, preferisse negociar uma matéria central como a laboral com a direita, que atacou sempre todas as medidas de dignidade e de direitos dos trabalhadores”, respondeu, quando questionada sobre a possibilidade da direita viabilizar, no parlamento, no dia 6 de julho, as medidas do Governo sobre legislação laboral que foram acordadas em Concertação Social.

Para a líder bloquista não é a Concertação Social que faz a legislação, sendo essa a responsabilidade do parlamento. “No parlamento vamos fazer este debate, vamos a todas as propostas, uma a uma, conseguir os avanços que são necessários e opor-nos terminantemente a qualquer retrocesso”, avisou.

O BE, segundo a sua coordenadora, mantém “os exatos termos” do que negociou com o Governo nos projetos de lei que leva a esse debate no dia 6 de julho. “Lamentamos profundamente que o Governo tenha decidido não manter os termos do que negociou, mas pela nossa parte vamos fazer todo o trabalho no parlamento para que o que foi negociado chegue ao fim e que haja medidas de combate à precariedade que façam a diferença efetiva na vida das pessoas”, garantiu.

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