Metro de Lisboa

Expansão do Metro de Lisboa poderá reduzir tempo de espera, diz estudo ambiental

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Um estudo de impacto ambiental sobre o prolongamento do metro de Lisboa conclui que o projecto irá melhorar a oferta daquele transporte público através de uma redução do intervalo entre comboios.

Tiago Petinga/LUSA

O estudo de impacto ambiental sobre o prolongamento da linha de metro de Lisboa afirma que a expansão da rede terá efeitos positivos na oferta. A expansão da rede através do projeto que liga a estação do Rato à do Cais do Sodré, irá reduzir o intervalo entre os comboios nas várias linhas, reduzindo o tempo de espera dos utentes, segundo o documento. Ao todo, o impacto sócio-económico será de 161 milhões de euros.

A redução poderá chegar aos 53 segundos, durante a hora de ponta matinal. Ao longo do dia, o estudo referido, diz que o tempo de espera entre comboios pode chegar ao minuto e 27 segundos, cerca de um terço do tempo de espera atual.

A velocidade a que circulam os comboios também aumentará. Atualmente, na linha verde, um comboio circula à velocidade de 45 km/hora. O documento sugere ainda que, depois de concluídas as obras, a velocidade a que circulam poderá para os 60 km/hora.

A expansão da rede do metropolitano de Lisboa vai ter efeitos na melhoria da oferta através de uma redução do intervalo entre comboios nas várias linhas, aponta o estudo de impacte ambiental do projecto de prolongamento da estação do Rato à do Cais do Sodré, que criará a nova linha circular.

O estudo salienta que estas mudanças não terão tanto impacto na linha vermelha, que terá apenas uma ligeira redução no intervalo entre comboios no corpo do dia.

No documento, que vai estar em consulta publica até dia 22, é sublinhado que a linha circular irá permitir um ganho de 8.993.833 novos passageiros face ao número existente. O que, longo de um período de 30 anos, deverá representar cerca de 318 milhões de passageiros.

O projeto terá, no entanto, efeitos negativos, segundo o estudo. O ruído, as poeiras e os poluentes atmosféricos que serão emitidos pelas viaturas e máquinas de construção na fase de exploração, são sublinhados pelo estudo. Porém, a longo prazo, e terminada a fase de exploração, a redução automóvel será “um dos principais benefícios ambientais do projeto”.

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