Startups

Três startups com ADN português destacadas pelo Financial Times

Candidataram-se 4 mil empresas e foram escolhidas 100. O jornal britânico revelou esta quarta-feira o ranking Europe ́s Road to Growth, e a Speak, a Academia de Código e a Mycujoo foram distinguidas.

A Academia de Código, fundada por João Magalhães, à esquerda, e Domingos Guimarães, à direita, é uma das reconhecidas (no centro está Maija Palmer, do Financial Times)

FRANCOIS DE RIBAUCOURT

A Speak, a Academia de Código e a Mycujoo são startups com portugueses ao leme e, esta quarta-feira, foram distinguidas pelo Financial Times como um dos “100 campeões digitais” que estão a liderar o crescimento da Europa.

Outros projetos, como o programa de educação Apps for Good, criado pelo CDI Portugal (atualmente sediado em Inglaterra), ou o European Innovation Academy, que tem promovido cursos de empreendedorismo no Estoril com a Universidade de Berkeley, também foram distinguidos neste raking.

Estas empresas com ADN português foram distinguidas em três categorias: “Usar a tecnologia para os desafios sociais”, onde foi distinguida a Speak — por estar a usar a tecnologia para resolver problemas da sociedade–; “Treinamento de tecnologia”, onde foi inserida a Academia de Código — por estar ajudar a reduzir a divisão digital e a ensinar capacidades tecnológicas a grupos sub-representados na sociedade–; e “Corporate digital transformations”, que escolheu a MyCujoo por utilizar tecnologias digitais para mudar a forma como funcionam as empresas.

É muito bom ver reconhecido no Financial Times, o nosso trabalho, junto com 100 das melhores empresas e indivíduos da Europa”, afirmou em comunicado João Magalhães, presidente executivo e fundador da Academia de Código (Code for All, em inglês). A startup promove ações de educação de programação informática para desempregados e crianças de forma a preparar mais pessoas para os empregos do futuro.

A Speak, parte da empresa portuguesa Share Your World, foi distinguida por querer juntar migrantes, refugiados e pessoas locais numa só plataforma, para promover o diálogo multicultural através do site e eventos que organiza. Já a Mycujoo, criada na Suíça pelos irmãos Pedro e João Presa, que tem escritórios em Lisboa, foi uma das escolhidas pelo trabalho que está a fazer para “democratizar o futebol”. A plataforma online criada pelos empreendedores já está em 100 países e transmite jogos de equipa de futebol.

O mercado de empresas disruptivas na Europa representado neste ranking também distinguiu empresas como a Booking. O júri foi composto por Eva Maydell, membro do Parlamento Europeu e Presidente do European Movement International, Frances O’Grady, Secretária Geral do Trades Union Congress, John Gapper, Chief Business Commentator do Financial Times, Sarah O’Connor, investigadora correspondente do Financial Times, Katerina Havrlant, diretora de marketing da Google, Siraj Khaliq, sócio do Atomico, Paul Hofheinz, presidente e cofundador da Lisbon Council, Christopher Haley, responsável de novas tecnologias e investigação na Nesta, Gisele I. Karekezi, responsável europeia da AngelHack e Thiébaut Weber, secretário-geral da Confederação Europeia dos Sindicatos.

*Notícia atualizada a 22 de novembro, às 12h33, com a referência à Apps for Good e à European Innovation Academy.

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