Ministério da Economia

Oferta hoteleira em Lisboa insuficiente? Estudo do Ministério da Economia diz que sim

Hotéis em Lisboa podem ser insuficientes para crescimento da Web Summit em número de participantes, conclui estudo. A Associação da Hotelaria de Portugal contradi-lo e dá prioridade ao novo aeroporto.

A Web Summit é o maior evento de startups e de empreendimento tecnológico

JOSE SENA GOULAO/EPA

O alojamento em Lisboa pode ser insuficiente para acomodar o aumento do número de participantes na Web Summit. A conclusão é de um estudo avançado pelo Ministério da Economia, que diz ser necessário aumentar a oferta, noticia a TSF. Contrariamente, a Associação Hotelaria de Portugal considera o novo aeroporto a prioridade.

O estudo “Impacto Económico da Web Summit 2016-2028”, publicado pelo Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE) do Ministério da Economia, diz que o número de camas na Área Metropolitana de Lisboa pode ser insuficiente para o aumento de participantes na Web Summit nos próximos anos. De acordo com a projeção da cimeira para alojar o número de inscritos em 2028 — que ronda os 130 mil participantes –, é preciso que haja um aumento significativo da oferta.

Pelo contrário, a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) garante que não faltam camas em Lisboa: a sua projeção é de que Lisboa tem, neste momento, entre 126 mil e 136 mil camas (hoteleiras e de alojamento local), o que significa que a atual oferta é suficiente relativamente ao cenário de crescimento previsto no estudo do GEE.

A presidente executiva da AHP, Cristina Siza Vieira, dá prioridade ao novo aeroporto, uma vez que o crescimento médio anual da oferta hoteleira na Área de Lisboa tem sido de 4%, nos últimos 10 anos.

Num estudo publicado recentemente, sobre o impacto da Web Summit na operação dos hotéis na cidade de Lisboa e na Área Metropolitana, a AHP conclui que o impacto da cimeira é positivo mas que não esgota os hotéis em Lisboa e lembra que, este ano, nos dias do evento (5 a 8 de novembro), a taxa de ocupação por quarto foi de 93%.

Agora que entramos em 2019...

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