PSD

Miguel Pinto Luz diz que não vai “contribuir em nada” para afastar Rio

O crítico e vice-presidente da câmara de Cascais rejeita contribuir para divisionismo e situações que tragam mais instabilidade ao PSD e fala de avanço de Montenegro com desdém: "Avanço para quê?"

JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

O vice-presidente da câmara municipal de Cascais, Miguel Pinto Luz, disse esta quinta-feira que considera “extemporâneo” fazerem-lhe questões sobre “candidaturas a eleições” que não estão marcadas. À chegada à convenção do Movimento Europa e Liberdade, Pinto Luz rejeitou entrar no golpe para derrubar Rui Rio: “Tiram-me o sono sondagens que de alguma forma dão o PSD não tão representativo na sociedade portuguesa, [mas] essa discussão deverá ser feita dentro do partido e não me verão a contribuir em nada para divisionismo ou para situações de mais desequilíbrios dentro do PSD“.

Sobre se apoia o avanço de Luís Montenegro, Miguel Pinto Luz fala com desdém: “Avanço para quê? Não há eleições marcadas, como eu já sucessivamente tenho dito. É extemporâneo estarmos a falar de um cenário que não está em cima da mesa sequer. Deixemos a vida rolar e não queiramos constantemente ultrapassar a realidade.”

Miguel Pinto Luz exige a Rui Rio uma maior “combatividade” ao Governo, faz-lhe críticas (como a desta quinta-feira em entrevista à Visão, onde disse que “querem fazer do PSD o partido do Twitter), mas rejeita entrar num movimento interno para depor o líder.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: rpantunes@observador.pt
Política

A reconstrução da direita /premium

Luís Rosa
301

A refundação da direita alargará o leque de escolhas dos eleitores. Optar entre socialistas e social-democratas não é verdadeiramente uma opção porque são duas faces do mesmo disco do rotativismo

Política

Três desafios para o 5.7

Alexandre Franco de Sá

Apesar das adversidades políticas, trata-se de despertar a direita acomodada e bocejante contra a hegemonia cultural de uma esquerda que, indisputada no espaço público, dociliza há décadas a sociedade

PCP

Patrão santo, funcionário posto fora da loja /premium

José Diogo Quintela

Estou chocado. Nunca pensei que o PCP não cumprisse a lei laboral. Mas o PCP está ainda mais chocado: nunca pensou ser obrigado a cumprir a lei laboral. É que escrevê-la é uma coisa, obedecê-la outra.

António Costa

O desnorte do 1.º ministro /premium

Manuel Villaverde Cabral

Tão inquietante ou mais ainda, o líder do PS e os seus parceiros parecem continuar convencidos que o alegado problema do euro é a Alemanha não querer partilhar os seus ganhos com os outros países

PCP

Patrão santo, funcionário posto fora da loja /premium

José Diogo Quintela

Estou chocado. Nunca pensei que o PCP não cumprisse a lei laboral. Mas o PCP está ainda mais chocado: nunca pensou ser obrigado a cumprir a lei laboral. É que escrevê-la é uma coisa, obedecê-la outra.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)