Macau

Jockey Club de Macau celebra 30 anos com mais de 600 mil euros em prémios

Para celebrar o 30.º aniversário do Jockey Club foram realizadas quatro corridas de cavalos, no domingo. O vencedor da última corrida, a taça Jai Alai Hotel, arrecadou cerca de 483.766 euros.

Opresidente do conselho de administração da SJM referiu que o grupo vai continuar "a promover a diversificação do turismo em Macau"

RUNGROJ YONGRIT/EPA

Autor
  • Agência Lusa

A empresa que explora as corridas de cavalos em Macau celebrou, no domingo, 30 anos de existência com várias provas de corridas de cavalo no valor de 5,46 milhões de dólares de Hong Kong (611 mil euros).

No domingo, foram realizadas quatro corridas de cavalos, sendo que o vencedor da última, a taça Jai Alai Hotel, levou para casa 550 mil dólares ( cerca de 483.766 euros) de Hong Kong, indicou esta segunda-feira a Sociedade de Jogos de Macau (SJM).

O Macau Jockey Club, do magnata do jogo e fundador da SJM Stanley Ho, tem como vice-presidente do conselho de administração e administradora executiva, Angela Leong, quarta mulher de Ho e também diretora da SJM, uma das seis operadoras autorizadas a explorar o jogo em casino no território.

Nesta ocasião, o presidente do conselho de administração da SJM, Ambrose So, afirmou estar “muito satisfeito por celebrar o 30.º aniversário do Jockey Club”, e que o grupo vai continuar “a promover a diversificação do turismo em Macau”.

A empresa que explora as corridas de cavalos em Macau planeia investir entre 3,5 e 4,5 mil milhões de patacas (381 e 490 milhões de euros) num projeto turístico no espaço concessionado.

A empresa deve ao Governo de Macau 112 milhões de patacas, dívida que deve saldar em menos de três anos, mas viu, em 31 de dezembro passado, prolongado o contrato de concessão da exploração do jogo por mais 24 anos, durante os quais prevê avançar com um projeto turístico que inclui pelo menos dois hotéis, zonas verdes, áreas desportivas, restaurantes, lojas, um museu e uma escola de equitação na ilha da Taipa.

O plano de investimento dividido em quatro fases, até 2026, foi já debatido numa reunião da comissão de Acompanhamento para os Assuntos de Terras e Concessões Públicas, durante a qual a presidente da comissão, Lei Cheng I, voltou a dar eco a críticas manifestadas por alguns deputados sobre a falta de informação detalhada sobre o projeto e sobre a gestão do processo de renovação do contrato.

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