Transportes Públicos

Redução de preços dos transportes é “programa nacional” e beneficiará 85% da população

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Segundo o primeiro-ministro, a redução nos transportes beneficiará 85% dos portugueses, a partir de 1 de abril, não se cingindo ao Porto e Lisboa, e terá também impacto do ponto de vista ambiental.

O primeiro-ministro no final da cerimónia de assinatura dos novos tarifários de transporte coletivo na Área Metropolitana de Lisboa

MÁRIO CRUZ/LUSA

O primeiro-ministro, António Costa, defendeu esta segunda-feira que a redução dos preços dos transportes não é exclusiva para as Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto e vai beneficiar, a partir de 1 de Abril, 85% dos portugueses.

Ao contrário do que muitas vezes tenho ouvido dizer, não é verdade que esta oportunidade de redução tarifária seja exclusiva de Lisboa ou do Porto, nem sequer destas áreas metropolitanas. Este programa é um programa nacional e ao qual, felizmente, aderiram todas as 23 comunidades intermunicipais (CIM)”, destacou Costa, no encerramento da cerimónia de assinatura dos novos tarifários de transporte coletivo na Área Metropolitana de Lisboa.

Segundo o primeiro-ministro, em 18 destas CIM haverá, já no próximo dia 1 de abril, redução nos tarifários dos respetivos títulos de transporte. “Isto significa que, já no dia 1 de abril, 85% da população portuguesa poderá beneficiar desta redução de tarifários”, assegurou.

António Costa destacou, por outro lado, que esta redução tem impacto do ponto de vista ambiental, mas também na disponibilidade do rendimento mensal dos portugueses.

“Se tivermos em conta que as reduções que vamos obter nesta Área Metropolitana [Lisboa] são superiores muitas vezes num só mês ao aumento de quatro anos do Salário Mínimo Nacional, compreendemos bem o que é que esta medida significa para o aumento do rendimento disponível das famílias portuguesas”, apontou.

O primeiro-ministro, que no final da cerimónia não respondeu a perguntas dos jornalistas, salientou ainda as vantagens dos avanços já conseguidos na descentralização.

“A descentralização significou que o Estado aprovou uma verba global, um critério nacional na distribuição dessa verba, dando a cada CIM e cada Área Metropolitana a liberdade de desenharem o seu próprio modelo de redução de tarifário”, defendeu.

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