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Museu de Arte Contemporânea vai ser alvo de “requalificação significativa”

Um protocolo firmado pelo Ministério da Cultura irá permitir a exposição de obras da coleção Millenium bcp no museu do Chiado. Fundação será responsável por obras de requalificação necessárias.

O Museu Nacional de Arte Contemporânea fica na zona do Chiado, em Lisboa

LUSA

O Ministério da Cultura assinou esta quinta-feira um protocolo de colaboração que permitirá a exposição de obras de arte da coleção Millennium bcp no Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC), no Chiado. Este tornará também possível uma “requalificação significativa” do espaço museológico, localizado numa zona privilegiada da cidade de Lisboa.

Em comunicado, o Ministério da Cultura explicou que o protocolo de colaboração estabelecido prevê “o desenvolvimento de atividades” entre o MNAC e a Fundação Millennium bcp, nomeadamente de exposições conjuntas. Nesse sentido, será cedida uma área de 315 m2 à fundação, que ficará responsável pelas obras de recuperação e adaptação necessárias, para que esta possa mostrar a sua coleção.

O acordo tem também em vista um “reforço do número de visitantes” do museu do Chiado, tendo em conta o “potencial histórico-cultural e económico da zona onde se situa”, e da sua “capacidade enquanto polo de atração cultural da cidade de Lisboa e do país”. O aumento aumento do “potencial das coleções, através das suas complementaridades expositivas, a par do estímulo à criação artística e à respetiva preservação e valorização do património imobiliário” também está previsto.

“São objetivos agora traçados reforçar a programação e aumentar o conhecimento da investigação no âmbito da criação artística contemporânea. Em suma, enriquecer a diversidade da oferta cultural e fomentar o acesso à arte”, referiu ainda o Ministério da Cultura.

Além do Ministério e da Fundação Millenium bcp, o protocolo assinado esta quinta-feira envolveu também a Faculdade de Belas Artes de Lisboa, que vai disponibilizar ” o acesso a uma área descoberta, que está sob a sua gestão, bem como promover a investigação da obra de artistas representados nas coleções do Museu e da Fundação”.

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Crónica

Museológica da batata /premium

Tiago Dores

Somos um povo com inclinação para a filosofia, com dotes de abstracção tão bons, tão bons, que acabamos por ser mais fortes a discorrer sobre museus imaginários do que a visitar museus reais.

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