Administração Pública

Não havia tantos funcionários públicos desde 2013

Trabalham no Estado mais de 690 mil pessoas. É o ritmo de crescimento mais alto desde a entrada da Troika em Portugal, em 2011. A subida pode ser explicada com a admissão dos chamados precários.

A Educação foi um dos setores que mais funcionários admitiu

MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

O número de funcionários públicos cresceu 2,3% no primeiro trimestre deste ano, quando comparado com igual período de 2018. A subida, potenciada pela integração dos trabalhadores com vínculo precário, elevou para 690.079 os empregados do Estado, em março, avança nesta quinta-feira o Diário de Notícias. O jornal refere que se trata do valor mais alto desde 2013 e o ritmo de crescimento mais elevado desde a entrada da Troika em Portugal, em 2011.

Este aumento é explicado “em grande parte” pela Direção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP) ao Diário de Notícias com a admissão, ainda não concluída, dos chamados precários, “em particular nas carreiras de assistente operacional, assistente técnico e técnico superior”.

O número pode pois crescer. Como o DN recorda, no final de abril, o ministro das Finanças adiantou terem sido aprovados mais de 16 mil processos.

Desde dezembro último que entraram 6500 pessoas para os quadros do Estado. Os setores que registaram maiores ingressos de novos funcionários foram os da saúde e da educação com respetivamente, mais 1.871 e 2.826.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Desigualdade

“O triunfo dos porcos”

Jorge Silveira Botelho
265

Enquanto muitos trabalhadores do setor privado reentraram no mercado de trabalho com salários mais baixos, o valor dos ganhos médios mensais brutos no sector público passou de 1.600 para 1.721 euros.

Política

A direita em crise?

Luiz Cabral de Moncada

A perda de terreno eleitoral pela direita só significa que a esquerda assimilou o que aquela de melhor tem, o liberalismo económico e social. Está em crise? Não, já ganhou no terreno das ideias.

Política

Eleições à vista

José Couceiro da Costa

Hoje, com a velocidade da informação, o que releva são as causas, tão voláteis como as opiniões da sociedade civil. O modus operandi da política do séc. XX está morto. A ordem natural está invertida.

Jovens

É desta que fazemos valer a nossa geração?

Teresa Cunha Pinto

Esta geração vive com a barriga cheia de uma grande ilusão. De que é a geração mais informada, mais qualificada, mais viajada. É pura ilusão porque em nada se concretiza e materializa. 

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)