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Messi recusou medalha da Copa América e falou em corrupção

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O avançado Lionel Messi recusou receber a medalha do terceiro lugar da Copa América de futebol e afirmou que o torneio está manchado pela "corrupção" e que a Argentina foi impedida de chegar à final.

Sebastiao Moreira/EPA

Autor
  • Agência Lusa

O avançado Lionel Messi recusou receber a medalha do terceiro lugar da Copa América de futebol e afirmou no sábado que o torneio está manchado pela “corrupção”, considerou que a Argentina foi impedida de chegar à final.

“Não nos deixaram estar na final”, disse Lionel Messi, expulso no encontro em que a Argentina assegurou o terceiro lugar com um triunfo sobre o Chile (2-1). “Não temos de fazer parte desta corrupção, da falta de respeito ao longo de toda a esta copa”, acrescentou após o jogo disputado em São Paulo.

Messi, que foi expulso perto do intervalo após uma altercação com o chileno Gary Medel, disse que a seleção ‘albiceleste’ foi prejudicada deliberadamente no torneio que decorre no Brasil

Lamentavelmente, repito, a corrupção, os árbitros e tudo isso não permite que se desfrute do futebol, do espetáculo, e estraga-o”, disse o avançado do FC Barcelona, considerando que, no lance da expulsão, o cartão amarelo para os dois jogadores teria sido adequado.

O capitão da Argentina admitiu que as suas críticas à Conmebol, em que questionou a não utilização do videoárbitro em dois lances de suposta grande penalidade na meia-final perdida com o Brasil (2-0), pode ter-lhe custado a expulsão: “Pode ter sido a fatura do que disse antes e foi encomendado”.

Na altura, afirmou que o “Brasil jogava em casa e hoje em dia contra muito a Conmebol”.

Argentina bate Chile pelo terceiro lugar da Copa América de futebol, Messi expulso

A Argentina venceu no sábado o Chile por 2-1, no jogo de atribuição do terceiro e quarto lugares da Copa América de futebol, disputado em São Paulo e marcado pela expulsão de Lionel Messi e Gary Medel.

Golos de Aguero, aos 12 minutos, após uma cobrança de um livre de forma rápida por Messi, e Dybala, aos 22, deram cedo a vantagem aos argentinos frente aos bicampeões em título, que ficaram com o último lugar do pódio, numa reedição das duas últimas finais, depois de 2015 e 2016, ambas decididas no desempate por grandes penalidades.

O ‘capitão’ e maior ‘estrela’ da Argentina, que não contou com o sportinguista Acuña, suspenso, acabou por ser expulso aos 37, num confronto com Medel que o árbitro decidiu punir com vermelho direto para os dois.

Esta foi apenas a segunda expulsão da carreira do ‘astro’ argentino, depois de ter visto o cartão vermelho em 2005, num jogo com a Hungria, na sua estreia pela seleção ‘albiceleste’.

No segundo tempo de uma partida disputada na Arena Corinthians, o companheiro de Messi no FC Barcelona Arturo Vidal reduziu para os chilenos, ainda bicampeões em título, numa grande penalidade que puniu uma falta de Lo Celso (59).

Até final, o jogo manteve a toada intensa e física, mas não produziu grandes oportunidades, dando o segundo bronze à Argentina na ‘era’ Copa América.

Este domingo, o anfitrião Brasil, vencedor das quatro edições disputadas em casa (1919, 1922, 1949 e 1989), defronta o Peru na final, que se realiza no Estádio Maracanã, no Rio de Janeiro.

A ‘canarinha’, que não vence desde 2007, procura o seu nono título, enquanto o Peru tenta conquistar o troféu pela terceira vez.

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