Rádio Observador

Meteorologia

Temperaturas chegam perto dos 40 graus esta segunda-feira

Nesta segunda-feira, os termómetros vão ultrapassar os 30 graus em 14 distritos. Castelo Branco, Évora e Beja são os mais quentes. Para Lisboa esperam-se 33 e para o Porto 24.

O IPMA colocou os distritos de Bragança, Évora, Guarda, Vila Real, Beja, Castelo Branco e Portalegre sob aviso amarelo

LUIS FORRA/LUSA

Autores
  • Agência Lusa

Nesta segunda-feira, os termómetros em Portugal Continental vão situar-se entre os 24 e os 39 graus, prevendo-se que seja no Alentejo e Centro que se registem as maiores temperaturas. Segundo a informação disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), o calor vai permanecer durante toda a semana, registando-se uma ligeira descida perto do fim de semana.

A meteorologista Madalena Rodrigues, do IPMA, disse à Lusa que se prevê para esta segunda-feira céu pouco nublado ou limpo, com nebulosidade no litoral oeste no final da manhã e na faixa costeira ao longo do dia.

Castelo Branco, Évora e Beja serão os distritos mais quentes do país, com os termómetros a atingir os 39 graus. No extremo oposto estão os distritos do Porto e Aveiro, onde não se esperam mais de 24 graus. Em Lisboa e em Faro, os 33 graus que se vão fazer sentir vão permitir ir a banhos — com a temperatura das águas entre os 15 e os 20 graus.

“Amanhã [terça-feira] será um dia muito semelhante ao de hoje, mas prevê-se alguma instabilidade com possibilidade de aguaceiros e trovoada no interior norte e centro. (…) No entanto, em termos de quantidade de precipitação é muito pouca e não fará muita diferença [para os fogos]”, disse.

Em relação ao vento, Madalena Rodrigues indicou que haverá uma ligeira diminuição da intensidade, prevendo-se que seja moderado no litoral e nas terras altas.

Por causa do tempo quente, o IPMA colocou os distritos de Bragança, Évora, Guarda, Vila Real, Beja, Castelo Branco e Portalegre sob aviso amarelo devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima até às 21h00 de quarta-feira. O aviso amarelo, o terceiro de uma escala de quatro, revela situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

A meteorologista do IPMA referiu ainda à Lusa que a tendência é para uma descida das temperaturas nas regiões do interior norte e centro entre os 3 e os 5 graus na quinta-feira.

Todos o país em risco muito elevado de exposição a raios UV

Portugal continental e o arquipélago da Madeira apresentam nesta segunda-feira um risco muito elevado de exposição à radiação ultravioleta (UV), segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

No arquipélago dos Açores, as ilhas das Flores e do Faial estão com níveis muito elevado, a Terceira com risco elevado e S. Miguel com níveis baixos.

Para as regiões com risco muito elevado e elevado, o IPMA recomenda a utilização de óculos de sol com filtro UV, chapéu, ‘t-shirt’, guarda-sol, protetor solar e evitar a exposição das crianças ao Sol.

O índice ultravioleta varia entre 1 e 2, em que o risco de exposição à radiação UV é baixo, 3 a 5 (moderado), 6 a 7 (elevado), 8 a 10 (muito elevado) e superior a 11 (extremo). O cálculo é feito com base nos valores observados às 13h00 em cada dia relativamente à temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

Não queremos ser todos iguais, pois não?

Maio de 2014, nasceu o Observador. Junho de 2019, nasceu a Rádio Observador.

Há cinco anos poucos acreditavam que era possível criar um novo jornal de qualidade em Portugal, ainda por cima só online. Foi possível. Agora chegou a vez da rádio, de novo construída em moldes que rompem com as rotinas e os hábitos estabelecidos.

Nestes anos o caminho do Observador foi feito sem compromissos. Nunca sacrificámos a procura do máximo rigor no nosso jornalismo, tal como nunca abdicámos de uma feroz independência, sem concessões. Ao mesmo tempo não fomos na onda – o Observador quis ser diferente dos outros órgãos de informação, porque não queremos ser todos iguais, nem pensar todos da mesma maneira, pois não?

Fizemos este caminho passo a passo, contando com os nossos leitores, que todos os meses são mais. E, desde há pouco mais de um ano, com os leitores que são também nossos assinantes. Cada novo passo que damos depende deles, pelo que não temos outra forma de o dizer – se é leitor do Observador, se gosta do Observador, se sente falta do Observador, se acha que o Observador é necessário para que mais ar fresco circule no espaço público da nossa democracia, então dê o pequeno passo de fazer uma assinatura.

Não custa nada – ou custa muito pouco. É só escolher a modalidade de assinaturas Premium que mais lhe convier.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Turismo

A turistificação da economia algarvia

António Covas

Não é tarefa fácil falar de diversificação da base económica regional quando a atividade turística é aquela que remunera mais rapidamente as pequenas poupanças e os pequenos investimentos realizados.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)