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Direção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas e Camões unem programas de apoio à tradução e edição literária

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Direção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas e Camões Instituto trabalham em conjunto num programa "coeso e estruturado" de tradução de literatura para língua portuguesa.

Protocolos intermediados pelo Ministério da Cultura pretendem consolidar uma "estratégia integrada" para o setor do livro

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

A Direção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas (DGLAB) e o Camões Instituto vão colaborar num só programa “coeso e estruturado” de apoio à tradução e à edição de literatura em língua portuguesa, revelou o Governo.

Segundo um protocolo que será esta quarta-feira assinado, em Lisboa, a DGLAB e o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua estabelecem uma parceria sobre um programa de apoio à tradução e edição literária, que inclui ainda a sua divulgação a editoras estrangeiras e em feiras internacionais.

Atualmente, tanto a DGLAB como o instituto Camões têm programas próprios de apoio à tradução de obras literárias em língua portuguesa, com regulamentos, verbas, prazos e processos próprios de candidaturas.

Fonte oficial do Ministério da Cultura explicou à agência Lusa que o protocolo a assinar esta quarta-feira “não é uma mera fusão [das duas linhas de apoio], porque não só reúne os apoios existentes num único programa coeso estruturado, como se prevê o seu alargamento“.

A parceria entre as duas instituições pretende ainda “apoiar o desenvolvimento de uma plataforma tecnológica com registo de dados de obras traduzidas de autores de língua portuguesa”.

Esta quarta-feira será ainda assinado o protocolo para a criação, edição e publicação do “Catálogo Gram Bem Querer – Mostra de Literatura em Língua Portuguesa”, que tinha sido anunciado pela tutela em abril passado.

O objetivo é criar um livro, de edição anual, “composto por excertos traduzidos de obras de autores de língua portuguesa”, para promover e divulgar o “património bibliográfico” português, em países estrangeiros.

A seleção das obras a integrar o catálogo será da responsabilidade de uma “comissão editorial” e os excertos serão apresentados em inglês, francês e espanhol.

Os dois protocolos pretendem “consolidar uma estratégia partilhada e integrada para o setor do livro” e “representam uma concretização prática do Programa de Ação Cultural Externa”, promovido pelo atual Governo.

Na cerimónia de assinatura dos documentos, esta quarta-feira, na Biblioteca do Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, estarão presentes a ministra da Cultura, Graça Fonseca, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, e representantes do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, da DGLAB e da Imprensa Nacional Casa da Moeda.

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