Com mais de 8 mil pessoas contaminadas em todas as províncias da China, 171 mortos desde que a nova estirpe do coronavírus foi identificado em Wuhan, 15 cidades isoladas e 60 milhões de pessoas de quarentena sem poderem sair delas, o que se vê são ruas, lojas, centros comerciais e monumentos absolutamente desertos.

Pequim é o maior exemplo dessa desertificação: a capital chinesa, que habitualmente parece um formigueiro entre carros, bicicletas e turistas, está agora quase vazia. Há uma ou duas pessoas nas ruas. Duas ou três nos sempre concorridos centros comerciais. Meia dúzia de turistas nos monumentos sempre apinhados.

Não há carros e as famosas bicicletas são raras. E os combóios e o metro viajam quase vazio e não apinhados. Mas o melhor é ver.