1 de dezembro de 2019. Grande Prémio de Abu Dhabi, no circuito Yas Marina, uma vitória do já campeão Lewis Hamilton e o resto do pódio composto por Max Verstappen e Charles Leclerc. Foi a última corrida de um Mundial que já estava decidido, que já tinha terminado com a terceira vitória consecutiva e a quinta em seis anos do piloto inglês e já antecipava um ano de 2020 que seria de final de ciclo para a Ferrari. O que ninguém sabia, porém, era que esse seria o último Grande Prémio de Fórmula 1 durante sete meses.

Com data de arranque no Grande Prémio da Austrália, em março, a McLaren foi a primeira equipa a anunciar que não estaria presente na corrida depois de terem sido confirmados vários casos no grupo. A prova foi cancelada e, a partir daí, criou-se um efeito de dominó: as corridas começaram a ser canceladas ou adiadas enquanto a pandemia atingia de forma grave a Europa e se espalhava para os restantes continentes. A decisão inicial da cúpula da Fórmula 1 foi a de agendar oito corridas a partir do mês de julho, incluindo duas que não estavam inicialmente previstas no calendário de 2020, uma na Áustria e outra em Inglaterra.

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