Espanha é aquele país do No creo en brujas, pero que las hay, las hay que tantas. Também por isso, Liga e festa antecipada não são propriamente duas ideias que se possam sempre associar na mesma frase e há vários casos que mostram isso mesmo. A temporada de 1994, quando o central Djukic falhou uma grande penalidade em casa com o Valencia no segundo minuto de descontos do último jogo do Campeonato e adiou o título do Deportivo entregando-o de bandeja ao Barcelona de Johan Cruyff, é o exemplo paradigmático disso mesmo. Mas nem é preciso chegar à última, como aconteceu também em 2007 quando os catalães lideravam a prova, ganhavam ao Espanyol aos 90′ da penúltima jornada, deixaram-se empatar e morreram na praia frente ao Real. Por um, outro e demais casos, Zidane tornou-se um gentleman cauteloso e incapaz de falar em objetivo certo sem a matemática garantida.

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“O jogo com o Granada é a conclusão de uma semana com três jogos que está a ser a mais difícil, porque estamos no final da temporada, mas também a mais importante. Cada equipa tem muita coisa em jogo e aquilo que nós queremos amanhã [hoje] é voltar a fazer um bom encontro. Não podemos pensar que faltam apenas três jogos mas em aplicar toda a nossa energia contra o Granada. Uma equipa tem de ser o resultado de um equilíbrio constante, defensivo e ofensivo. Sabemos que as coisas estão a ser bem feitas”, destacou o técnico, sempre a fugir a qualquer frase sobre título: “Não se trata de uma questão de fazer contas, quando sabemos que temos jogos por disputar e o nosso foco está exclusivamente no jogo com o Granada. Estamos todos em sintonia”.

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