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Novo máximo de casos e de mortes por Covid-19 em Portugal, internamentos recuaram

Internamentos recuaram, mas óbitos e casos chegaram a novo máximo. Onze das 303 pessoas mortas pela Covid-19 tinham menos de 60 anos. Quatro pessoas testaram positivo a cada 21 segundos.

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Os internamentos por Covid-19 baixaram ligeiramente, mas nunca tinham ocorrido tantos óbitos num só dia

TIAGO PETINGA/LUSA

Os internamentos por Covid-19 baixaram ligeiramente, mas nunca tinham ocorrido tantos óbitos num só dia

TIAGO PETINGA/LUSA

Trezentas e três pessoas morreram em Portugal entre as 00h e as 23h59 da última quarta-feira, vítimas da doença provocada pelo vírus SARS-CoV-2. É o número mais alto de sempre de vítimas mortais da Covid-19 num só dia no país: foram mais 10 óbitos atribuídos à doença que no anterior máximo registado na anterior atualização das autoridades de saúde portuguesas.

Uma destas pessoas tinha entre 20 e 29 anos, outra morreu com 30 a 39 anos. Três das vítimas mortais tinham entre 40 e 49 anos, seis estavam na casa dos 50 anos e 26 morreram com enter 60 e 69 anos. As faixas etárias mais assoladas continuam a ser as mais avançadas: 57 das vítimas tinham 70-79 anos e 209 tinham 80 anos ou mais.

Contabilizando já com as atualizações desta quinta-feira, Portugal ultrapassou a Suécia no número total de mortes por Covid-19. O país nórdico registou mais 34 óbitos por complicações provocadas pelo SARS-CoV-2 e atingiu os 11.520. Portugal, com mais 303 mortes, alcançou as 11.608 mortes, ultrapassando assim a Suécia.

Uma média de 12 a 13 pessoas morreram a cada 60 minutos em Portugal ao longo da última quarta-feira por causa das complicações provocadas pelo SARS-CoV-2; e 685 testaram positivo à infeção pelo novo coronavírus por hora, o que resultou em aproximadamente quatro novos casos a cada 21 segundos.

Portugal ultrapassa pela primeira vez os 16 mil casos

Registaram-se também mais 16.432 mil novos casos positivos de infeção pelo novo coronavírus — mais 1.099 que o máximo de 15.333 casos que tinha sido atingido a 23 de janeiro. Um total de 685.383 pessoas confirmaram uma infeção por SARS-CoV-2 desde março de 2020 até agora.

O mapa do boletim da Direção-Geral da Saúde revela que a região de Lisboa e Vale do Tejo tem o dobro de novos casos e de óbitos do que o Norte: são 8.621 novos casos e 142 óbitos na região capital, enquanto no Norte foram mais 4.057 casos e 60 mortes.

A região Centro registou mais seis óbitos por Covid-19 do que o Norte, mas tem menos novos casos: mais 2.736 casos positivos de infeção por SARS-CoV-2. Seguem-se o Alentejo (529 casos e 23 mortes), o Sul (327 casos e 10 mortes), a Madeira (95 casos e dois mortes) e os Açores (67 novos casos, nenhuma morte nas últimas 24 horas).

A maior parte dos novos casos registaram-se em indivíduos com entre 40 e 49 anos (2.799), mas a faixa etária dos 50-59 anos surge logo a seguir (2.408) na incidência de novos casos. Acima dos 2.000 casos diários estão também as pessoas com 30-39 anos (2.195) e com 20-29 anos (2.090).

Seguem-se as faixas etárias dos 60-69 anos (1.803), 10-19 anos (1.644), bebés e crianças com até nove anos (1.163), idosos com 80 anos ou mais (1.272) e 70-79 anos (1.058). Ou seja, embora os mais velhos continuem a ser aqueles que menos contribuem para a incidência da Covid-19, são os que mais sofrem com a letalidade da doença.

Internamentos recuaram pela primeira vez desde 2 de janeiro

O número de internamentos por Covid-19 baixaram pela primeira vez nos últimos 26 dias, ou seja, desde 2 de janeiro: neste momento, contabilizam-se menos 38 pessoas internadas e menos uma em unidades de cuidados intensivos (UCI). O balanço é de 6.565 pessoas internadas, 782 dos quais nos cuidados intensivos.

É, ainda assim, o segundo pior dia da epidemia de Covid-19 em Portugal em termos de internamentos, ultrapassado apenas pela última quarta-feira pelas autoridades de saúde portuguesas, que registaram 6.603 internamentos, 783 dos quais em UCI, segundo o anterior boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Mais 8.946 pessoas foram dadas como recuperadas de uma infeção pelo novo coronavírus, aumentando a totalidade de recuperações a 493.699. Ainda assim, o número de casos ativos subiu em 7.183, para 180.076. É a primeira vez que o número de casos ativos ultrapassa os 180 mil, o número mais alto de sempre.

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