Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

O Dieselgate foi despoletado nos EUA mas, desde então, parece ter-se estendido aos principais mercados do planeta, onde o Grupo Volkswagen e a maioria das marcas que o compõem comercializaram os 11 milhões de veículos equipados com software ilegal. E apesar de terem passado quase seis anos sobre a assunção de culpa, continuam a surgir processos e decisões negativas para o construtor.

Desta vez, o caso vem da longínqua Austrália, onde o Grupo VW foi acusado e condenado em 2019 por comercializar veículos que poluíam mais do que o anunciado e homologado. A pena consistiu numa multa de 125 milhões de dólares australianos, o equivalente a cerca de 80 milhões de euros.

A Volkswagen, que tinha anteriormente negociado com a Australian Competition and Consumer Commission (ACCC) uma compensação de apenas 75 milhões de dólares australianos (cerca de 48 milhões de euros), além da substituição do software malicioso, resolveu recorrer da decisão do tribunal. A decisão soube-se agora, segundo a Reuters, com a instância superior a confirmar a multa mais pesada, próxima dos 80 milhões de euros.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR