A Suzuki vai continuar a competir no Mundial de MotoGP até 2026, anunciou esta terça-feira a Dorna, organizadora do campeonato de motociclismo de velocidade.

Em comunicado, a Dorna dá conta do prolongamento por cinco anos do contrato com o fabricante japonês, que conta com os espanhóis Joan Mir, vencedor do Mundial de pilotos em 2020, e Alex Rins, terceiro no ano passado.

Estamos orgulhosos de continuar a competir no campeonato do mundo de MotoGP, pois todos compartilhamos a ambição desafiadora de nos compararmos com a maior competição de motociclismo do mundo. Começámos esta nova jornada em 2015 e em apenas seis anos conquistamos o título mundial de pilotos, juntamente com o título de equipas, e continuamos com fome de mais sucesso”, afirmou Shinichi Sahara, o diretor da equipa e líder de projeto da Suzuki.

A Suzuki, sete vezes campeã do mundo de construtores, celebrou o seu centenário em 2020, ano em que cumpriu 60 anos de presença nas competições de motociclismo.

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“Estamos muito contentes com a renovação do acordo com a Suzuki, um fabricante com a qual corremos há anos no Mundial e temos uma boa cooperação. O regresso ao MotoGP em 2015 [tinha deixado em 2011 devido a dificuldades financeiras] foi um sucesso imediato, confirmado com o triunfo de Joan Mir em 2020”, realçou o diretor-executivo da Dorna, Carmelo Ezpeleta.

Esta temporada, após três das 19 corridas previstas, a Suzuki ocupa o terceiro lugar da classificação de construtores, com 42 pontos, atrás da líder Yamaha, que soma 75, e da Ducati, com 60, enquanto Mir e Rins seguem nos quinto e sétimo lugares nos pilotos.

A Suzuki foi o quinto fabricante a anunciar o prolongamento de contrato até 2026 com a Dorna, juntando-se a Honda, Yamaha, Ducati e KTM. A exceção é a Aprilia.