Tudo começou com um anúncio no jornal a oferecer aulas de inglês e acabou com uma jovem de 20 anos a ser violada e estrangulada na parte de trás de uma carrinha, com o seu corpo a ir parar ao fundo de um rio francês. O seu assassino, o serial killer Michel Fourniret, já cá não está para contar o que aconteceu a Joanna Parrish, numa altura em que os pais ainda procuram justiça. Mas a sua ex-mulher, Monique Olivier, de 75 anos, está. E não só o fez como ainda pediu desculpas.

“Não é possível”, disse esta terça-feira, quando lhe foi mostrada uma fotografia da adolescente, no tribunal, onde está a ser julgada por ter sido cúmplice do seu assassinato e no de outras duas vítimas do ex-marido: Marie-Angèle Domèce, que tinha 18 anos, e Estelle Mouzin, com apenas nove.

“Arrependo-me. Foi monstruoso o que ele fez. Eu e ele. É imperdoável. Se tivesse uma filha… Ela era linda e não merecia isto. Peço desculpa“, sublinhou, citada pelo The Guardian. Os pais de Parrish não estavam presentes para ouvir as lamentações, mas ouviram a descrição gráfica do que levou à morte da filha.

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