1248,4kWh poupados 1248,4 kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

"Vladimir, PÁRA!" Trump critica ataque russo em Kiev

Este artigo tem mais de 1 ano

"Não estou contente com os ataques russos a Kiev. Vladimir, PÁRA!", escreveu o líder republicano na rede social Truth Social. Trump referiu também que "5.000 soldados estão a morrer por semana".

epa12050199 US President Donald Trump signs executive orders in the Oval Office of the White House in Washington, DC, USA, 23 April 2025. The orders signed today focus on education. In the background: US Secretary of Commerce Howard Lutnick (L) and Secretary of Labor Lori Chavez-DeRemer (R).  EPA/SAMUEL CORUM / POOL
i

▲A frustração de Trump está a crescer à medida que o esforço liderado pelos EUA para obter um acordo de paz entre a Ucrânia e a Rússia não tem feito progressos

SAMUEL CORUM / POOL/EPA

▲A frustração de Trump está a crescer à medida que o esforço liderado pelos EUA para obter um acordo de paz entre a Ucrânia e a Rússia não tem feito progressos

SAMUEL CORUM / POOL/EPA

Acompanhe aqui o nosso liveblog sobre a guerra na Ucrânia.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou esta quinta-feira os bombardeamentos russos contra Kiev, que considerou “desnecessários” e exigiu ao seu homólogo russo, Vladimir Putin, que pare com os ataques.

“Não estou contente com os ataques russos a Kiev. Desnecessários e em má altura. Vladimir, PÁRA!”, escreveu o líder republicano na sua rede social, Truth Social.

Na mesma mensagem, o Presidente norte-americano referiu que “5.000 soldados estão a morrer por semana”.

“Vamos fechar o acordo de paz”, acrescentou.

A Rússia atacou na madrugada de quarta para quinta-feira a capital ucraniana com uma barragem de mísseis e drones que durou horas. Pelo menos nove pessoas morreram e mais de 70 ficaram feridas no ataque mais mortífero contra a cidade desde julho passado.

Sobe para nove número de mortos em ataques com mísseis russos em Kiev

A frustração de Trump está a crescer à medida que o esforço liderado pelos EUA para obter um acordo de paz entre a Ucrânia e a Rússia não tem feito progressos.

Na quarta-feira, Trump atacou o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e acusou-o de prolongar o “campo de morte” ao recusar a entregar a península da Crimeia, ocupada pela Rússia desde 2014, como parte de um possível acordo.

Zelensky repetiu muitas vezes, durante a guerra que começou com a invasão russa em fevereiro de 2022, que o reconhecimento do território ocupado como sendo da Rússia é uma linha vermelha para a Ucrânia.

O Presidente ucraniano salientou esta quinta-feira que a Ucrânia concordou com uma proposta de cessar-fogo dos EUA há 44 dias como um primeiro passo para uma paz negociada, mas que os ataques de Moscovo continuaram.

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.