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É quase como se toda uma geração de fadistas se tivesse perdido. Carlos do Carmo, que era para muitos o mais importante fadista vivo, para quase todos uma das maiores referências da música portuguesa da segunda metade do século XX, morreu esta sexta-feira, dia 1 de janeiro, com 81 anos.

Símbolo maior de uma geração fadista que apareceu a seguir a Amália Rodrigues, teve uma carreira (nacional e internacional) com que poucos rivalizam, no número e qualidade de discos editados e nos palcos pisados. Recuperou, ainda, o protagonismo dos fadistas homens, entrando numa galeria de notáveis que inclui, por exemplo, Alfredo Marceneiro — o “Ti Alfredo” que um dia disse à mãe de Carlos do Carmo, a grande fadista Lucília do Carmo, que “o rapaz tem muito jeito”.

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