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Oeiras está esteticamente mais maçónica, em sintonia com o presidente da autarquia Isaltino Morais, também maçom e membro da Grande Loja Legal de Portugal. O polémico Obelisco do Templo veio, afinal, fechar uma “triangulação maçónica” no Morro do Puxe Feixe, no Parque dos Poetas, em Oeiras. Ao obelisco soma-se ao Templo da Poesia e a Pirâmide dos Poetas, formando um triângulo (o compasso), um dos símbolos mais importantes da maçonaria. Para conseguir fechar a triangulação, Isaltino Morais pagou 600 mil euros ao arquiteto Júlio Quaresma.

É mais um símbolo que se soma aos muitos existentes no Parque dos Poetas, reconhecido pelos símbolos maçónicos presentes, e que tinha sido dado como terminado em julho de 2015 com a inauguração da terceira parcela. Mas faltava fechar a triangulação no morro que só foi possível com a inauguração do Obelisco do Tempo, no último dia 25 de abril.

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