Índice

    Índice

É certo que existiram menos movimentações no fim de semana passado: entre sexta-feira e domingo, houve uma redução de 30% das movimentações, comparativamente com sexta e domingo da semana anterior. Ainda assim, não foi suficiente — como aliás mostram as fotografias de paredões, miradouros, jardins e ruas repletas de gente a passear, a apanhar sol ou a jogar às cartas e que contrastam com as fotografias das cidades vazias no primeiro confinamento de março e abril.

Nas palavras de António Costa, Portugal está “a viver o momento mais grave da pandemia” e os profissionais de saúde estão a fazer um “esforço extraordinário” — são várias as imagens de longas filas de ambulâncias à porta dos hospitais. “O que está neste momento em causa é a saúde e a vida e cada um de nós”, afirmou o primeiro-ministro. Por isso, cinco dias depois de ter anunciado um novo confinamento, o Governo decidiu aplicar mais restrições ou proibições dentro das restrições que existiam, para que não possam ser contornadas. A regra é — já todos ouvimos isto — ficar em casa. Mas, com estas medidas, o que terei de deixar de fazer ou passar a fazer?

Preciso de ir trabalhar presencialmente. Muda alguma coisa?
Sim, muda. Se não puder cumprir teletrabalho por causa da natureza da sua profissão, tem de ter consigo uma declaração por parte da entidade patronal que confirme a necessidade de se deslocar para se apresentar presencialmente no local de trabalho.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.