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Esconderam revólveres dentro de pães, mensagens codificadas nos seus cabelos, ajudaram a construir sistemas de bunkers subterrâneos e esconderam milhares em refúgios seguros. No total, os alemães criaram mais de 400 guetos na Polónia, com o objetivo de dizimar a população judaica através da doença e da fome, e concentrar os judeus de modo a serem transportados com facilidade até campos de trabalho e de extermínio. “Para eles”, escreveu Renia Kukielka, “matar uma pessoa era mais fácil do que fumar um cigarro”.

Neta de sobreviventes polacos do Holocausto, Judy Batalion guia-nos por 1939 e resgata os feitos das mulheres judias que arriscaram a sua vida a viajar, a pé ou de comboio, num território ocupado e por entre uma sinistra operação maciça, tornando-se o coração de uma vasta rede que lutou contra os nazis.

Foram incríveis contrabandistas, espias, sabotadoras, “As Resistentes”, em suma, cujos trajetos ímpares são recordados nesta edição da Crítica, que chega às livrarias no próximo dia 22 e que o Observador pré-publica.

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